CDS assinala evoluções positivas mas adverte para "irrealismo do Governo"
Diogo Feio, assinalou hoje como "positivas" as evoluções do crescimento da economia e do emprego mas advertiu para o "irrealismo do Governo" face às previsões económicas."É evidente que Portugal estaria hoje pior se continuasse a ter evolução negativa. Isso assim não sucedeu graças ao esforço que as empresas vão fazendo independentemente da falta de condições que existem", afirmou Diogo Feio.Reconhecendo que os números hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam evoluções "positivas", Diogo Feio considerou, no entanto, que "o Governo mantém um irrealismo em relação às previsões económicas" do fim do ano.
"Tendo em conta que este segundo trimestre é naturalmente mais positivo, como é que Portugal vai conseguir o objectivo de 1,5 por cento do PIB que o governo fez numa revisão da previsão inicial?" - questionou.
"Tendo em conta que este segundo trimestre é naturalmente mais positivo, como é que Portugal vai conseguir o objectivo de 1,5 por cento do PIB que o governo fez numa revisão da previsão inicial?" - questionou.
A economia portuguesa melhorou no segundo trimestre e cresceu 0,4 por cento, face ao trimestre anterior, escapando à recessão, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística hoje divulgados.
A estimativa rápida do INE mostra que essa subida de 0,4 por cento se segue a uma queda de 0,1 por cento no primeiro trimestre do ano (valor hoje revisto em alta dos anteriores menos 0,2 por cento).
Quanto à taxa de desemprego, baixou 0,6 pontos percentuais no segundo trimestre, em relação a igual período de 2007, para 7,3 por cento.
Para Diogo Feio, "há evidentemente o factor sazonalidade nestes números".
"Irrazoável é ouvir-se o ministro das Finanças dizer que o objectivo da criação de emprego está a ser conseguido. São declarações que esbarram com o que sentem as pessoas", frisou.
Lusa






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