Paulo Portas compara Sócrates ao xerife de Nottingham
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, comparou hoje o primeiro-ministro, José Sócrates, ao xerife de Nottingham, lembrando que em matéria de combustíveis «é ele que arrecada todos os dias cada vez mais impostos».Numa altura em que o Governo admite estudar uma taxa sobre os lucros especulativos das gasolineiras - a chamada taxa Robin dos Bosques -, Paulo Portas recordou a origem da história no encerramento das jornadas parlamentares do CDS-PP, que decorreram na Terceira (Açores).
«Quem era o Robin dos Bosques? Alguém que ia buscar impostos que ilegalmente e imoralmente o xerife de Nottingham arrecadava», lembrou. «Nesta história dos combustíveis o xerife de Nottingham é o engenheiro José Sócrates, é ele que todos os dias arrecada mais impostos», defendeu, apelando ao Estado para que «devolva aos contribuintes» o que tem ganho a mais em impostos devido à alta dos combustíveis.
O líder do CDS admitiu que o Estado aplique uma taxa sobre os lucros das gasolineiras mas deixou uma pergunta para o primeiro-ministro.
«Como é que o primeiro-ministro pode garantir que, lançando uma taxa sobre a Galp, a Galp no dia seguinte não aumenta os preços como forma de compensar essa taxa? Só faltava que fosse outra vez o contribuinte a pagar mais», alertou.
O líder do CDS voltou, à semelhança da campanha para as legislativas de 2005, a centrar o seu discurso na classe média.
«É a classe média que suporta a alta dos juros, a alta dos preços e a alta dos impostos. São três coisas altas de mais para a classe média poder ser forte», lamentou.
Portas acusou ainda o Governo de apenas agir quando nota quebras na sua popularidade ou sob pressão, como no caso da crise dos camionistas, e não tomar nenhuma medida que beneficie todos em geral, como seria a descida do imposto sobre os combustíveis.
«O Governo não se dá conta dos problemas quando abrangem as pessoas, mas quando atingem a sua popularidade, isso não é governar», criticou.
O líder do CDS voltou, à semelhança da campanha para as legislativas de 2005, a centrar o seu discurso na classe média.
«É a classe média que suporta a alta dos juros, a alta dos preços e a alta dos impostos. São três coisas altas de mais para a classe média poder ser forte», lamentou.
Portas acusou ainda o Governo de apenas agir quando nota quebras na sua popularidade ou sob pressão, como no caso da crise dos camionistas, e não tomar nenhuma medida que beneficie todos em geral, como seria a descida do imposto sobre os combustíveis.
«O Governo não se dá conta dos problemas quando abrangem as pessoas, mas quando atingem a sua popularidade, isso não é governar», criticou.
«Vai negociando parcela a parcela, sector a sector, com os que têm voz (...) É um Governo que cede perante os fortes e ignora os que são fracos. É isto o socialismo à maneira de Sócrates», resumiu.
O líder do CDS destacou ainda alguns dos contributos do seu partido, ao longo do último ano, depois de ter regressado à liderança em Abril do ano passado.
«Se não fosse o CDS, os agricultores não teriam sido pagos, os retroactivos das pensões tinham sido esquecidos numa gaveta, ninguém contrariaria os abusos dos fisco», enumerou.
«Se não fosse o CDS, ninguém defenderia os polícias e as vítimas, não se tinha feito pressão para a redução das listas de espera, não se discutiria a unidose, não haveria partido a favor da exigência na educação», destacou.
O líder do CDS destacou ainda alguns dos contributos do seu partido, ao longo do último ano, depois de ter regressado à liderança em Abril do ano passado.
«Se não fosse o CDS, os agricultores não teriam sido pagos, os retroactivos das pensões tinham sido esquecidos numa gaveta, ninguém contrariaria os abusos dos fisco», enumerou.
«Se não fosse o CDS, ninguém defenderia os polícias e as vítimas, não se tinha feito pressão para a redução das listas de espera, não se discutiria a unidose, não haveria partido a favor da exigência na educação», destacou.
in Lusa






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