CDS acusa Governo de nada fazer para travar endividamento das empresas e famílias
O CDS-PP considerou hoje que as advertências feitas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) à economia portuguesa confirmam a ausência de políticas do Governo para travar o endividamento das pequenas e médias empresas e das famílias.
Os portugueses precisam de poupar mais para limitarem o défice externo português, referem as conclusões preliminares do relatório do FMI sobre Portugal, elaborado no âmbito do artigo IV e que hoje foram divulgadas.
"A acumulação de desequilíbrios externos não pode continuar indefinidamente. Resolver este problema exige que todos os sectores da economia ajustem e poupem mais", acrescenta o Fundo.
Em declarações à agência Lusa, o líder parlamentar do CDS-PP, Diogo Feio, começou por sublinhar "a dificuldade do PS e do Governo nas suas reacções políticas quando confrontados com relatórios de instituições externas sobre a situação da economia portuguesa".
"O relatório do FMI é mais um desses casos", apontou o presidente da bancada democrata-cristã.
Diogo Feio disse ser urgente conseguir que as famílias e as empresas comecem a poupar, mas, infelizmente, cada vez mais se estão a endividar".
"O CDS entende que é preciso um novo modelo económico mais virado para as empresas, como forma de facilitar a vida das famílias -- coisa que até agora não vemos da parte deste Governo", apontou o dirigente do CDS-PP.
Para o presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP, Portugal só poderá ultrapassar a actual conjuntura difícil e os desequilíbrios crescente ao nível do défice externo se houver um maior apoio às pequenas e médias empresas para dinamizarem as suas exportações".
"Por outro lado, é preciso uma política de incentivo ao investimento ao nível fiscal", acrescentou Diogo Feio.
Lusa
Os portugueses precisam de poupar mais para limitarem o défice externo português, referem as conclusões preliminares do relatório do FMI sobre Portugal, elaborado no âmbito do artigo IV e que hoje foram divulgadas.
"A acumulação de desequilíbrios externos não pode continuar indefinidamente. Resolver este problema exige que todos os sectores da economia ajustem e poupem mais", acrescenta o Fundo.
Em declarações à agência Lusa, o líder parlamentar do CDS-PP, Diogo Feio, começou por sublinhar "a dificuldade do PS e do Governo nas suas reacções políticas quando confrontados com relatórios de instituições externas sobre a situação da economia portuguesa".
"O relatório do FMI é mais um desses casos", apontou o presidente da bancada democrata-cristã.
Diogo Feio disse ser urgente conseguir que as famílias e as empresas comecem a poupar, mas, infelizmente, cada vez mais se estão a endividar".
"O CDS entende que é preciso um novo modelo económico mais virado para as empresas, como forma de facilitar a vida das famílias -- coisa que até agora não vemos da parte deste Governo", apontou o dirigente do CDS-PP.
Para o presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP, Portugal só poderá ultrapassar a actual conjuntura difícil e os desequilíbrios crescente ao nível do défice externo se houver um maior apoio às pequenas e médias empresas para dinamizarem as suas exportações".
"Por outro lado, é preciso uma política de incentivo ao investimento ao nível fiscal", acrescentou Diogo Feio.
Lusa






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