Portas preocupado reserva alimentar estratégica muito pequena
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, alertou hoje que a reserva alimentar estratégica do país «é muito pequena» e criticou a política da agricultura seguida pelo Governo, à saída de uma audiência com o Presidente da República.«A política agrícola portuguesa está integrada mas não se esgota na política europeia. Se houver uma crise alimentar no nosso país, qual é a reserva estratégica que Portugal tem de alimentos básicos?», questionou.
Paulo Portas disse ter manifestado ao Presidente da República, Cavaco Silva, a «preocupação com a situação da agricultura portuguesa e a crise alimentar» num contexto de alta dos preços e criticou a «pouca eficiência das estruturas oficiais ligadas à agricultura» como «os atrasos nos pagamentos aos agricultores» e a «perda de fundos comunitários».
«Preocupa-nos de sobremaneira a falta de visão que em 2005 desincentivou a produção de produtos básicos como os cereais e a carne«, afirmou Paulo Portas, assinalando que para 2008 os incentivos estão dirigidos à produção de »do dióspiro, da baga do sabugueiro e da flor de estufa».
«Não tenho nada contra, mas com a crise alimentar que estamos a viver, os cereais e a carne não serem produtos prioritários, acho estranho», afirmou.
«A reserva alimentar que nós temos é muito pequena«, frisou, defendendo mais incentivos à produção daqueles produtos.
Questionado pelos jornalistas, Paulo Portas não esclareceu se conversou com o Presidente da República sobre a moção de censura que o CDS vai apresentar ao Governo.
«Não pretendo falar nisso em público. As conversas com o Presidente são conversas com o Presidente», disse Portas, que frisou que a audiência foi pedida para falar sobre a agricultura e a crise alimentar.
A presente crise alimentar que afecta dezenas de países mais pobres está a ser debatida numa reunião extraordinária da organização das Nações Unidas para a alimentação e agricultura, FAO, que decorre em Roma até quinta-feira.
«A reserva alimentar que nós temos é muito pequena«, frisou, defendendo mais incentivos à produção daqueles produtos.
Questionado pelos jornalistas, Paulo Portas não esclareceu se conversou com o Presidente da República sobre a moção de censura que o CDS vai apresentar ao Governo.
«Não pretendo falar nisso em público. As conversas com o Presidente são conversas com o Presidente», disse Portas, que frisou que a audiência foi pedida para falar sobre a agricultura e a crise alimentar.
A presente crise alimentar que afecta dezenas de países mais pobres está a ser debatida numa reunião extraordinária da organização das Nações Unidas para a alimentação e agricultura, FAO, que decorre em Roma até quinta-feira.
pela Lusa






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