CDS-PP: Boicote foi sinal de falta de autoridade do Estado
A paralisação nacional de transportadores e o boicote à circulação por piquetes de greve são um sinal da falta de autoridade do Estado, acusou hoje em Ourém o líder do CDS-PP, Paulo Portas.«Os portugueses perceberam, e creio que não gostaram, que o Governo não foi capaz de manter a autoridade do Estado», que deveria ser «responsável por haver livre circulação em todo o território e não pode haver excepções nesta matéria», afirmou Paulo Portas.
O líder centrista esteve hoje no mercado de Ourém, numa acção de apoio à concelhia local, e comentou a crise nos transportes, considerando que o arrastamento da situação não favorece ninguém.
«Antes o compromisso do que o caos» mas a crise é um sinal que «não temos um governo que antecipa as situações» mas «que vai a reboque dos acontecimentos», defendeu Paulo Portas.
«Não temos um Governo com uma política económica global a favor da economia», preferindo ter «concessões aqui e acolá», acusou o líder do CDS, que responsabiliza o primeiro-ministro pelas tensões existentes.
«Este Governo não liga nada aos sectores produtivos da economia portuguesa» e «não temos reserva alimentar estratégica para muitos dias», acrescentou Paulo Portas, lamentando a ausência de uma política fiscal que atenue os efeitos da crise.
«O senhor primeiro-ministro deveria ter percebido que, não por causa deste ou daquele sector, o essencial era moderar a carga fiscal para dar um sinal de ânimo à nossa economia» mas essa não tem sido, na opinião do CDS, a posição do executivo socialista.
«Que força é que se dá às empresas que verdadeiramente fazem a nossa riqueza, as PME´s que estão sufocadas com a carga fiscal»? - questionou Portas.
Esta madrugada, os piquetes de transportadores e camionistas foram levantados em todo o país na sequência de um acordo do sector com o Governo que incluía várias medidas para minimizar os efeitos do aumento dos custos dos combustíveis.
«O senhor primeiro-ministro deveria ter percebido que, não por causa deste ou daquele sector, o essencial era moderar a carga fiscal para dar um sinal de ânimo à nossa economia» mas essa não tem sido, na opinião do CDS, a posição do executivo socialista.
«Que força é que se dá às empresas que verdadeiramente fazem a nossa riqueza, as PME´s que estão sufocadas com a carga fiscal»? - questionou Portas.
Esta madrugada, os piquetes de transportadores e camionistas foram levantados em todo o país na sequência de um acordo do sector com o Governo que incluía várias medidas para minimizar os efeitos do aumento dos custos dos combustíveis.
A visita ao mercado de Ourém foi a primeira sessão pública de Paulo Portas no concelho depois da eleição do advogado Luís Silva Dias, que sucedeu a Martim Borges de Freitas, antigo secretário-geral de Ribeiro e Castro.
«O CDS reorganizou-se aqui em Ourém: a concelhia foi eleita e estou aqui a dar a cara por ela», resumiu Paulo Portas.
«O CDS reorganizou-se aqui em Ourém: a concelhia foi eleita e estou aqui a dar a cara por ela», resumiu Paulo Portas.
in Lusa






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