AR: CDS-PP quer que PM escolha crise como tema do debate
O líder parlamentar do CDS-PP, Diogo Feio, apelou hoje ao primeiro-ministro para que escolha a crise dos combustíveis como tema do próximo debate quinzenal na Assembleia da República, desafiando José Sócrates a apresentar soluções para a ultrapassar.«Numa altura em que se vive no país uma crise social e económica clara parece-nos evidente que o primeiro-ministro deveria aproveitar o facto de vir ao Parlamento e escolher como tema o modo de solucionar a essa crise», disse Diogo Feio à agência Lusa, referindo-se ao debate quinzenal de quinta-feira.
O líder parlamentar centrista apontou o exemplo de Espanha onde o Executivo avançou com um conjunto de 54 medidas para responder à crise provocada pelos sucessivos aumentos dos preços dos combustíveis, que entre outras consequências motivou a paralisação dos camionistas espanhóis.
Em Portugal, apesar de se viver uma situação semelhante, com os transportadores parados desde segunda-feira, Diogo Feio lamenta que não se conheça qualquer medida do executivo para fazer face, por um lado, ao problema geral da crise dos combustíveis e, por outro, à questão específica da paralisação dos transportadores.
«Não fazemos ideia sobre o que é que o Governo pretende fazer», sublinhou o dirigente do CDS-PP, considerando que o Governo «tem obrigação de avançar» com o debate e que não é «correcto» que o Parlamento passe ao lado desta questão.
Por isso, reclama do primeiro-ministro uma «posição clarificadora» nesta matéria e lembra que o CDS-PP defende a redução da carga fiscal sobre os produtos petrolíferos.
Os temas dos debates quinzenais no Parlamento são definidos rotativamente pelo Governo e pelos partidos com assento parlamentar, cabendo a escolha do próximo tema ao Executivo.
Por isso, reclama do primeiro-ministro uma «posição clarificadora» nesta matéria e lembra que o CDS-PP defende a redução da carga fiscal sobre os produtos petrolíferos.
Os temas dos debates quinzenais no Parlamento são definidos rotativamente pelo Governo e pelos partidos com assento parlamentar, cabendo a escolha do próximo tema ao Executivo.
in Lusa






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