quarta-feira, abril 02, 2008

CDS questiona critérios LNEC para estudar 3ª travessia

O CDS-PP questionou hoje no Parlamento os critérios do Laboratório Nacional de Engenharia Civil para estudar a melhor localização para a terceira travessia do Tejo, advertindo que a opção Chelas-Barreiro causará «danos irreversíveis» à paisagem lisboeta.
«Estamos a falar de uma infra- estrutura com 200 metros de altura que teria um impacto visual e que irá descaracterizar a paisagem de forma grave e irreversível», afirmou o deputado António Carlos Monteiro, numa declaração política no Parlamento.
O deputado questionou os critérios do LNEC para fazer o estudo comparativo entre duas alternativas para a terceira travessia do Tejo, afirmando que há «custos em obras que não estão quantificados». (...)
Na resposta, o deputado do PS Miguel Coelho assegurou que »o PS e o Governo respeitarão a decisão do LNEC« e criticou o CDS-PP e o PSD por »tentarem lançar um anátema« sobre aquela instituição »se a resposta não for aquela que querem«.
«A estratégia do CDS-PP é complicar tudo o que sejam obras públicas, quando de Lisboa pouco quiseram saber», criticou.
O Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) ainda não terminou o estudo comparativo entre as duas alternativas para a terceira travessia do Tejo.
O ministro Mário Lino tinha dado ao laboratório um prazo de 45 dias, que terminava no final de Março, para comparar a ponte Chelas-Barreiro - defendida pelo Governo - com a travessia Beato-Montijo, preferida pela CIP (Confederação da Indústria Portuguesa) e aprofundada pelo especialista em transportes José Manuel Viegas.
Na resposta, o deputado do PS Miguel Coelho assegurou que »o PS e o Governo respeitarão a decisão do LNEC« e criticou o CDS-PP e o PSD por »tentarem lançar um anátema« sobre aquela instituição »se a resposta não for aquela que querem«.
«A estratégia do CDS-PP é complicar tudo o que sejam obras públicas, quando de Lisboa pouco quiseram saber», criticou.
O Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) ainda não terminou o estudo comparativo entre as duas alternativas para a terceira travessia do Tejo.
O ministro Mário Lino tinha dado ao laboratório um prazo de 45 dias, que terminava no final de Março, para comparar a ponte Chelas-Barreiro - defendida pelo Governo - com a travessia Beato-Montijo, preferida pela CIP (Confederação da Indústria Portuguesa) e aprofundada pelo especialista em transportes José Manuel Viegas.


in Lusa

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