CDS: opção Chelas-Barreiro deixará cicatriz em Lisboa
O deputado do CDS-PP António Carlos Monteiro considerou hoje que a localização Chelas-Barreiro para a terceira travessia do Tejo deixará «uma cicatriz na cidade» de Lisboa e exigiu «um debate sério» sobre o impacto ambiental e visual.«Este debate tem que ser feito. Temos os melhores especialistas a defender outra solução e a alertar para o impacto da localização Chelas-Barreiro», afirmou António Carlos Monteiro, em declarações à Agência Lusa.
O deputado referia-se ao especialista em Transportes José Manuel Viegas e ao professor Nunes da Silva que defenderam a localização Beato-Montijo.
Para o deputado democrata-cristão, a localização Chelas-Barreiro deixará «uma cicatriz na cidade de efeitos irreversíveis em termos de impacte visual e ambiental».
Considerando que «não está em causa a necessidade» de uma terceira travessia do Tejo, António Carlos Monteiro criticou o presidente da câmara de Lisboa, António Costa, por «não defender os interesses da cidade».
A terceira travessia do Tejo será construída no eixo Chelas-Barreiro e comportará as componentes rodoviária e ferroviária, anunciou hoje o Governo.
A ponte Chelas-Barreiro, que terá uma extensão de 13 quilómetros, sete dos quais sobre o rio Tejo, permitirá assegurar a ligação em alta velocidade Lisboa-Madrid, que deverá ter início em 2013.
Inicialmente avaliada em 1.700 milhões de euros, a terceira travessia do Tejo terá duas vias para a alta velocidade, duas para a rede convencional e duas vias laterais com três faixas cada uma para o tráfego rodoviário.
A decisão hoje anunciada tem por base o estudo comparativo entre as duas alternativas para a terceira travessia do Tejo - Beato-Montijo e Chelas-Barreiro, elaborado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) a pedido do ministro das Obras Públicas, Mário Lino.
Inicialmente avaliada em 1.700 milhões de euros, a terceira travessia do Tejo terá duas vias para a alta velocidade, duas para a rede convencional e duas vias laterais com três faixas cada uma para o tráfego rodoviário.
A decisão hoje anunciada tem por base o estudo comparativo entre as duas alternativas para a terceira travessia do Tejo - Beato-Montijo e Chelas-Barreiro, elaborado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) a pedido do ministro das Obras Públicas, Mário Lino.
in Lusa






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