Portas quer horas extraordinárias e prémios de produtividade isentos de IRS
O presidente do CDS, Paulo Portas, defendeu hoje na Golegã que as horas extraordinárias e os prémios de produtividade dos trabalhadores não paguem IRS para estimular o crescimento da economia e das empresas.O “último relatório da União Europeia sobre o estado da economia portuguesa” veio “confirmar que o CDS tem toda a razão quando diz que é preciso tomar medidas fiscais para estimular a economia”, afirmou Paulo Portas, que hoje visitou a Feira do Cavalo Lusitano, na Golegã.
“Quem faz horas extraordinárias deve poder ficar com o rendimento dessas horas extraordinárias: está a trabalhar para si e para a empresa e não para o Estado” e quem melhor produz, melhor deve ficar” pelo que os prémios de produtividade devem estar “de fora do IRS”.
“Quem faz horas extraordinárias deve poder ficar com o rendimento dessas horas extraordinárias: está a trabalhar para si e para a empresa e não para o Estado” e quem melhor produz, melhor deve ficar” pelo que os prémios de produtividade devem estar “de fora do IRS”.
Por outro lado, o líder centrista reclama um “regime fiscal mais aliviado” para as pequenas e médias empresas que sustentam o aumento das exportações do país. “É muito melhor financiar o crescimento da economia do que continuarmos a financiar medidas a meu ver erradas”, considerou Paulo Portas.
“Há mil milhões de euros neste orçamento que nós consideramos despesa errada”, disse, numa referência aos custos das SCUT’s, de “excepções fiscais que não são justificadas” e consultorias. “As medidas que eu tenho defendido cabem dentro de uma política de consolidação financeira” até porque a “economia portuguesa precisa de ser estimulada e uma das vias é a política fiscal” e “tudo isto tem um custo muito inferior ao conjunto de medidas que temos denunciado como erradas”.
Paulo Portas apelou também a que o Governo mude de política económica sem ter em conta o calendário eleitoral.
“Para mim as decisões de política fiscal devem tomar-se de acordo com o que é bom para a economia e não para as eleições”, justificou.
Lusa






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