CDS acusa Governo de fazer "operação de marketing" com números do crescimento
"Hoje assistiu-se a mais uma operação de marketing político deste Governo. Como os números do terceiro trimestre demonstram que o crescimento desacelerou, a estratégia foi apresentar os resultados dos três trimestres juntos", criticou o líder parlamentar do CDS-PP, Diogo Feio.
O primeiro-ministro, José Sócrates, disse hoje que os dados dos primeiros nove meses do ano indiciam que Portugal pode crescer em 2007 mais do que previsto pelo Governo (1,8 por cento) e chegar a 2 por cento.
Hoje, o Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou que a economia portuguesa estagnou no terceiro trimestre, face aos três meses anteriores.Nos primeiros três meses deste ano, a economia portuguesa cresceu 2,1 por cento e expandiu-se a uma taxa de 1,9 por cento no segundo trimestre, estando estes dois valores acima da taxa prevista para o conjunto do ano.
No terceiro trimestre, o ritmo de crescimento baixou para os 1,8 por cento, igualando a taxa para o conjunto do ano."É um novo ciclo na comunicação do Governo", criticou Diogo Feio.
O primeiro-ministro, José Sócrates, disse hoje que os dados dos primeiros nove meses do ano indiciam que Portugal pode crescer em 2007 mais do que previsto pelo Governo (1,8 por cento) e chegar a 2 por cento.
Hoje, o Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou que a economia portuguesa estagnou no terceiro trimestre, face aos três meses anteriores.Nos primeiros três meses deste ano, a economia portuguesa cresceu 2,1 por cento e expandiu-se a uma taxa de 1,9 por cento no segundo trimestre, estando estes dois valores acima da taxa prevista para o conjunto do ano.
No terceiro trimestre, o ritmo de crescimento baixou para os 1,8 por cento, igualando a taxa para o conjunto do ano."É um novo ciclo na comunicação do Governo", criticou Diogo Feio.
O líder parlamentar do CDS-PP sublinhou que "o crescimento da economia se deve às empresas, à sua capacidade de produzirem".
"Bem melhor seria que o Governo criasse condições para que a economia crescesse de facto, que o investimento estrangeiro em Portugal aumentasse de forma consolidada", apelou.
Diogo Feio exortou ainda o Governo a privilegiar "um novo modelo de economia baseado sobretudo na actividade das exportações e virada para bens transaccionáveis". Também hoje o Banco de Portugal reafirmou hoje a previsão de crescimento de 1,8 por cento para a economia portuguesa em 2007, ao mesmo nível do antecipado pelo governo de José Sócrates.
Segundo o boletim económico do Outono, hoje divulgado, Portugal deve crescer 1,8 por cento este ano, mais 0,5 pontos percentuais do que em 2006, tal como tinha sido previsto pela instituição presidida por Vítor Constâncio na Primavera. Embora tenha mantido a previsão de crescimento de 1,8 por cento, o Banco de Portugal cortou a previsão do consumo (público e privado) e das exportações e reviu em alta a previsão do investimento.
in Lusa






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