LUÍS QUEIRÓ DEFENDE QUE DIREITOS HUMANOS DEVEM FAZER PARTE DA AGENDA DA CIMEIRA UE/ÁFRICA
Falando no PE a propósito do diálogo sobre Direitos humanos com países terceiros Luís Queiró declarou que "O pior que poderia acontecer ao empenho da União Europeia na promoção global dos Direitos Humanos seria que essa fosse uma questão isolada, tratada à parte.Falando no PE a propósito do diálogo sobre Direitos humanos com países terceirosLuís Queiró declarou que "O pior que poderia acontecer ao empenho da União Europeia na promoção global dos Direitos Humanos seria que essa fosse uma questão isolada, tratada à parte.A alternativa, a boa opção, creio, é a que considera que a promoção dos Direitos Humanos é tanto um dever ético, que não carece de justificação, como um interesse da União Europeia, na medida em que a instabilidade, os fluxos migratórios e as tensões político militares que estão associadas à sua violação provocam crises que tornam o mundo um lugar mais perigoso.
Se a União Europeia se relacionasse apenas com países que respeitam os Direitos Humanos conforme os defendemos, seriam poucos os países com os quais manteríamos relações sólidas; inversamente, se a União Europeia optasse sempre pelo realismo dos interesses (económicos, energéticos, geoestratégicos ou outros), cedo descobriria que em vez de defender vantagens imediatas estava, isso sim, a criar maiores perigos futuros."
Segundo Luís Queiró, a União Europeia deve ter " uma estratégia coerente que passe pela inclusão da promoção dos Direitos Humanos na sua agenda externa de uma forma tangível e mensurável. Despender verbas sem avaliar o resultado da sua utilização, ou proclamar propósitos que não se concretizam não é uma opção, é desperdício de dinheiros públicos. "
Finalmente o Eurodeputado do CDS-PP, referindo-se à próxima Cimeira UE/África, afirmou que "Se queremos ajudar África e os africanos, e queremos, teremos de ser tão generosos quanto exigentes. Não temos, insisto, a ilusão de apenas nos relacionarmos com países respeitadores de valores fundamentais, mas temos de ter a convicção de que a agenda dos Direitos Humanos faz parte da nossa política para com esses países.
Segundo Luís Queiró, a União Europeia deve ter " uma estratégia coerente que passe pela inclusão da promoção dos Direitos Humanos na sua agenda externa de uma forma tangível e mensurável. Despender verbas sem avaliar o resultado da sua utilização, ou proclamar propósitos que não se concretizam não é uma opção, é desperdício de dinheiros públicos. "
Finalmente o Eurodeputado do CDS-PP, referindo-se à próxima Cimeira UE/África, afirmou que "Se queremos ajudar África e os africanos, e queremos, teremos de ser tão generosos quanto exigentes. Não temos, insisto, a ilusão de apenas nos relacionarmos com países respeitadores de valores fundamentais, mas temos de ter a convicção de que a agenda dos Direitos Humanos faz parte da nossa política para com esses países.
O contrário seria ceder àforça de um qualquer ditador e um sinal, não de boa vontade, mas de falta de capacidade política e força negocial.
Um Mundo melhor, é um mundo mais seguro. E a Europa não pode confundir o soft-power da sua diplomacia com dream-power ou, pior ainda, com no power at all. "






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