CDS REITERA PEDIDO DE AUDIÇÃO DO GOVERNADOR BANCO DE PORTUGAL E DO MINISTRO DAS FINANÇAS
O CDS-PP reiterou hoje o pedido de audição parlamentar do governador do Banco de Portugal e do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, depois dos alertas laçados por Vítor Constâncio sobre a economia portuguesa.
"Os alertas do governador do Banco de Portugal dão mais razão ao pedido que fizemos na comissão permanente e que iremos apresentar formalmente na comissão de orçamento e finanças: consideramos essencial que sejam ouvidos quer o governador do Banco de Portugal, quer o ministro de Estado e das Finanças", afirmou o vice-presidente da bancada do CDS-PP Diogo Feio, em declarações à Lusa.
Em entrevista ao Diário Económico e ao Jornal de Negócios, publicada hoje, o governador do Banco de Portugal afirma que a actual crise nos mercados financeiros agravou os riscos para a economia portuguesa e avisa que o preço do dinheiro continuará caro.
No entanto, Vítor Constâncio considera prematuro rever a previsão de crescimento do produto interno bruto (PIB) português de 1,8 por cento para este ano e de 2,2 por cento para o próximo ano.
"O clima que vivemos é de uma enorme incerteza (...) Para uma pequena economia como a nossa, muito aberta ao exterior, demonstra-se agora os problemas da falta de uma política clara de investimento", criticou Diogo Feio.
O deputado democrata-cristãos garantiu que o CDS-PP irá apresentar um conjunto de propostas nesta área mas, antes de o fazer, considera "essencial" conhecer as perspectivas quer do Governo, quer da entidade de supervisão do sistema financeiro.
Lusa
"Os alertas do governador do Banco de Portugal dão mais razão ao pedido que fizemos na comissão permanente e que iremos apresentar formalmente na comissão de orçamento e finanças: consideramos essencial que sejam ouvidos quer o governador do Banco de Portugal, quer o ministro de Estado e das Finanças", afirmou o vice-presidente da bancada do CDS-PP Diogo Feio, em declarações à Lusa.
Em entrevista ao Diário Económico e ao Jornal de Negócios, publicada hoje, o governador do Banco de Portugal afirma que a actual crise nos mercados financeiros agravou os riscos para a economia portuguesa e avisa que o preço do dinheiro continuará caro.
No entanto, Vítor Constâncio considera prematuro rever a previsão de crescimento do produto interno bruto (PIB) português de 1,8 por cento para este ano e de 2,2 por cento para o próximo ano.
"O clima que vivemos é de uma enorme incerteza (...) Para uma pequena economia como a nossa, muito aberta ao exterior, demonstra-se agora os problemas da falta de uma política clara de investimento", criticou Diogo Feio.
O deputado democrata-cristãos garantiu que o CDS-PP irá apresentar um conjunto de propostas nesta área mas, antes de o fazer, considera "essencial" conhecer as perspectivas quer do Governo, quer da entidade de supervisão do sistema financeiro.
Lusa






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