Juntas médicas: CDS vai pedir audição pública no Parlamento
O CDS/PP vai pedir uma audição pública no Parlamento sobre a forma como funcionam as juntas médicas, disse hoje o deputado Pedro Mota Soares.
O deputado do CDS/PP falou aos jornalistas depois de o primeiro-ministro, José Sócrates, ter anunciado hoje uma auditoria a todas as juntas médicas da Caixa Geral de Aposentações e mudanças na legislação que regula a sua composição, assegurando que passarão a ser formadas exclusivamente por médicos.
O anúncio do primeiro-ministro surge depois de serem conhecidos os casos de uma professora de Aveiro com leucemia e de um docente de Braga com cancro na traqueia, que trabalharam nas respectivas escolas praticamente até à data da morte, depois de lhes serem negados por juntas os respectivos pedidos de aposentação.
Para Pedro Mota Soares, as medidas anunciadas por José Sócrates "não são suficientes", porque é importante mudar também "alguns comportamentos de algumas administrações".
Para encontrar "a melhor solução possível" para os problemas relacionados com decisões de juntas médicas, o CDS/PP vai pedir, até ao final do mês, o agendamento de uma sessão pública com "pessoas directamente afectadas", "médicos" e "pessoas ligadas à administração pública".
O deputado manifestou-se ainda "muito contente" com as declarações de hoje do primeiro-ministro, considerando que José Sócrates "verbalizou a indignação que a maioria dos portugueses sentem" em relação ao caso dos dois professores doentes a quem foi negada a reforma.
"Eu fiquei tão chocado como a opinião pública ficou com esses dois casos e penso que não se devem repetir", afirmou José Sócrates à margem da inauguração da mostra PorTI 2007 - Portugal Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica.
O deputado do CDS/PP falou aos jornalistas depois de o primeiro-ministro, José Sócrates, ter anunciado hoje uma auditoria a todas as juntas médicas da Caixa Geral de Aposentações e mudanças na legislação que regula a sua composição, assegurando que passarão a ser formadas exclusivamente por médicos.
O anúncio do primeiro-ministro surge depois de serem conhecidos os casos de uma professora de Aveiro com leucemia e de um docente de Braga com cancro na traqueia, que trabalharam nas respectivas escolas praticamente até à data da morte, depois de lhes serem negados por juntas os respectivos pedidos de aposentação.
Para Pedro Mota Soares, as medidas anunciadas por José Sócrates "não são suficientes", porque é importante mudar também "alguns comportamentos de algumas administrações".
Para encontrar "a melhor solução possível" para os problemas relacionados com decisões de juntas médicas, o CDS/PP vai pedir, até ao final do mês, o agendamento de uma sessão pública com "pessoas directamente afectadas", "médicos" e "pessoas ligadas à administração pública".
O deputado manifestou-se ainda "muito contente" com as declarações de hoje do primeiro-ministro, considerando que José Sócrates "verbalizou a indignação que a maioria dos portugueses sentem" em relação ao caso dos dois professores doentes a quem foi negada a reforma.
"Eu fiquei tão chocado como a opinião pública ficou com esses dois casos e penso que não se devem repetir", afirmou José Sócrates à margem da inauguração da mostra PorTI 2007 - Portugal Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica.






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