Portas quer que director da PJ diga se há dirigentes do partido constituídos arguidos
O líder do CDS/PP, Paulo Portas, quer que o director nacional da Polícia Judiciária (PJ) diga se algum dirigente do partido eleito no último congresso foi constituído arguido no caso Portucale.
Paulo Portas, que hoje visitou a Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, disse, em resposta às notícias de que Telmo Correia e Luís Nobre Guedes aparecem referenciados no relatório da PJ sobre o caso Portucale, que o secretário-geral do partido, João Almeida, vai escrever ao director nacional da Polícia Judiciária.
"Dizem que ele é uma pessoa frontal", afirmou Portas, referindo-se ao director da PJ, do qual disse esperar receber uma resposta se "sim ou não" existem dirigentes do CDS/PP eleitos no último congresso do partido constituídos arguidos.
"E não venham com balelas sobre segredo de justiça, pois está à vista que só funciona para uns", disse, frisando a sua convicção de que o director da PJ "responderá em nome do bom nome das pessoas".
Para Portas, as notícias que procuram envolver dirigentes do CDS/PP no caso Portucale "têm barbas", sendo as notícias de hoje "iguaizinhas às que saíram em 2005 e 2006".
"Registamos que de quando em vez reaparecem, como agora, quando o CDS está a crescer na oposição ao Governo, que vem de dentro de uma instituição que depende do Governo e a um mês das eleições em Lisboa. Não somos tolos e o eleitorado também não", afirmou.
Paulo Portas, que hoje visitou a Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, disse, em resposta às notícias de que Telmo Correia e Luís Nobre Guedes aparecem referenciados no relatório da PJ sobre o caso Portucale, que o secretário-geral do partido, João Almeida, vai escrever ao director nacional da Polícia Judiciária.
"Dizem que ele é uma pessoa frontal", afirmou Portas, referindo-se ao director da PJ, do qual disse esperar receber uma resposta se "sim ou não" existem dirigentes do CDS/PP eleitos no último congresso do partido constituídos arguidos.
"E não venham com balelas sobre segredo de justiça, pois está à vista que só funciona para uns", disse, frisando a sua convicção de que o director da PJ "responderá em nome do bom nome das pessoas".
Para Portas, as notícias que procuram envolver dirigentes do CDS/PP no caso Portucale "têm barbas", sendo as notícias de hoje "iguaizinhas às que saíram em 2005 e 2006".
"Registamos que de quando em vez reaparecem, como agora, quando o CDS está a crescer na oposição ao Governo, que vem de dentro de uma instituição que depende do Governo e a um mês das eleições em Lisboa. Não somos tolos e o eleitorado também não", afirmou.
O líder do CDS/PP garantiu hoje que o milhão de euros depositados nas contas do partido em Dezembro de 2004 resultaram da recolha de fundos feita junto de militantes para a campanha eleitoral para as legislativas que se realizaram dois meses depois.
Paulo Portas, que hoje visitou a Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, disse que o CDS/PP fez "o que um partido sério deve fazer", depositando a verba recolhida no banco e não num cofre "se quisesse esconder". "Curiosamente, os partidos maiores que o CDS declararam não ter cheta em Dezembro de 2004 e dois meses depois fizeram campanhas que custaram milhões de euros", disse.
Portas recusou responder à afirmação de que os recibos eram falsos, afirmando apenas "aguardem", pois o processo está "alegadamente em segredo de justiça".
in RTP online






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