Portas: Decisão do TC prova que «ainda há Estado de direito»
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, afirmou esta sexta-feira que a decisão do Tribunal Constitucional de anular o despacho que marcava as eleições intercalares para 1 de Julho prova que «ainda há Estado de direito em Portugal».
«A data das eleições foi marcada atropelando regras legais, que permitem direitos iguais a todos», afirmou Portas, à entrada para o XXII Congresso do CDS-PP, que decorre em Torres Novas.
Minutos depois de ser conhecida a decisão do Tribunal Constitucional (TC), Portas salientou que a marcação das eleições em Lisboa para 1 de Julho «representou a aliança entre o interesse do PS, que tem medo da arquitecta Helena Roseta, e do PSD, que tinha medo do professor Carmona Rodrigues».
«A verdade é esta a verdade é para ser dita», afirmou Portas.
O líder do CDS-PP lembrou que, desde o início, o CDS-PP defendeu que esta data «não era regular».
«Se essa decisão se confirmar, significa não só que tínhamos razão como é mais um sinal para o eleitorado penalizar partidos que se comportam dessa forma», apelou.
O Tribunal Constitucional anulou hoje o despacho que marcava as eleições intercalaras para a Câmara Municipal de Lisboa para 1 de Julho, disse hoje à agência Lusa fonte daquela instância.
Segundo a mesma fonte, cabe agora à governadora civil de Lisboa marcar nova data para as eleições intercalares.
in Diário Digital






0 Comentários:
Enviar um comentário
<< Home