CDS-PP pede demissão da Governadora Civil
O líder da distrital do CDS-PP de Lisboa pediu, esta sexta-feira, a demissão da Governadora Civil de Lisboa, Adelaide Rocha, na sequência de o Tribunal Constitucional ter anulado o seu despacho que marcou as eleições intercalares da Câmara de Lisboa para 1 de Julho. O TC decidiu, esta sexta-feira, anular a decisão sobre a data das eleições para a Câmara de Lisboa, por considerar que não dava tempo para se realizarem todas as iniciativas politicas possíveis, pelo que Adelaide Rocha terá agora de marcar uma nova data.«Se a senhora Governadora Civil marcou eleições para uma data em que não podia, consideramos que ela já não tem condições para continuar no lugar que ocupa neste momento», afirmou António Carlos Monteiro, numa intervenção no Congresso do CDS-PP, em Torres Novas. Já o líder do partido, Paulo Portas, lembrou que os democratas-cristãos sempre defenderam outra data para chamar os lisboetas a votar, 8 de Julho, acrescentando que a decisão do TC mostra «que ainda há Estado de Direito em Portugal». «Como todos os portugueses perceberam, a data das eleições foi marcada atropelando regras legais que permitem direitos iguais a todos, e isso representou a aliança entre o PS, que tem medo da arquitecta Helena Roseta, e do PSD, que tinha medo de Carmona Rodrigues», sublinhou.
A anulação da data, continuou Portas, significa que o CDS-PP «tinha razão», mas também é «um sinal para o eleitorado penalizar os partidos que se comportam desta forma».
Entretanto, Portas garantiu que irá apresentar sábado, «em frente ao partido», o nome do candidato autárquico do CDS-PP a Lisboa, entre quatro hipóteses: Nobre Guedes, Telmo Correia, Teresa Caeiro e ele próprio.
in TSF online






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