Ridículo e caricato não haver referendo europeu
O líder do CDS-PP, José Ribeiro e Castro, discordou hoje da posição do Presidente da República sobre o referendo europeu, considerando "ridículo e caricato" que não se faça a consulta popular.
"Nós achamos essencial que se faça o referendo europeu, não tencionamos rever essa posição. Não estou de acordo com o senhor Presidente da República nesse ponto", afirmou Ribeiro e Castro, em entrevista à Agência Lusa.
Na semana passada, o Presidente da República, Cavaco Silva, recordou na Letónia que é contra a realização de um referendo em Portugal sobre a próxima revisão do Tratado da União Europeia e acusou os partidos de precipitação nesta matéria.
Na entrevista à Lusa, Ribeiro e Castro recordou que foi feita uma revisão constitucional específica para permitir este referendo.
"Seria absolutamente caricato, completamente ridículo que, chegado o momento de finalmente fazer o referendo, ele não fosse feito", considerou o líder do CDS-PP.
Para o eurodeputado, "Portugal precisa de um referendo europeu", que até já se poderia ter feito aquando dos tratados de Maastricht e Amesterdão.
"Para maior solidez política do processo creio que é muito importante que haja referendo e que os portugueses votem 'sim'. Eu desejo votar 'sim' nesse referendo e desejo que o CDS vote 'sim'", disse, considerando que para tal é necessário que o próximo tratado "seja um bom tratado".
"É nisso, com todo o respeito, que o Presidente da República e o Governo se devem empenhar: em construir um bom tratado", apelou.
Esta é a segunda vez em poucas semanas que o CDS-PP, que apoiou Cavaco Silva na campanha eleitoral, discorda abertamente do Presidente da República, depois do chefe do Estado ter promulgado a lei do aborto.
No entanto, Ribeiro e Castro assegurou não estar desiludido com o desempenho global de Cavaco Silva.
"Não estou nada desiludido (...) O desempenho do sr. Presidente da República em nada ofusca a independência das nossas posições", garantiu.
Notícia LUSA
"Nós achamos essencial que se faça o referendo europeu, não tencionamos rever essa posição. Não estou de acordo com o senhor Presidente da República nesse ponto", afirmou Ribeiro e Castro, em entrevista à Agência Lusa.
Na semana passada, o Presidente da República, Cavaco Silva, recordou na Letónia que é contra a realização de um referendo em Portugal sobre a próxima revisão do Tratado da União Europeia e acusou os partidos de precipitação nesta matéria.
Na entrevista à Lusa, Ribeiro e Castro recordou que foi feita uma revisão constitucional específica para permitir este referendo.
"Seria absolutamente caricato, completamente ridículo que, chegado o momento de finalmente fazer o referendo, ele não fosse feito", considerou o líder do CDS-PP.
Para o eurodeputado, "Portugal precisa de um referendo europeu", que até já se poderia ter feito aquando dos tratados de Maastricht e Amesterdão.
"Para maior solidez política do processo creio que é muito importante que haja referendo e que os portugueses votem 'sim'. Eu desejo votar 'sim' nesse referendo e desejo que o CDS vote 'sim'", disse, considerando que para tal é necessário que o próximo tratado "seja um bom tratado".
"É nisso, com todo o respeito, que o Presidente da República e o Governo se devem empenhar: em construir um bom tratado", apelou.
Esta é a segunda vez em poucas semanas que o CDS-PP, que apoiou Cavaco Silva na campanha eleitoral, discorda abertamente do Presidente da República, depois do chefe do Estado ter promulgado a lei do aborto.
No entanto, Ribeiro e Castro assegurou não estar desiludido com o desempenho global de Cavaco Silva.
"Não estou nada desiludido (...) O desempenho do sr. Presidente da República em nada ofusca a independência das nossas posições", garantiu.
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