Portas pede ao eleitorado para que volte a confiar no CDS
Paulo Portas disse hoje no Funchal que o CDS-PP deixou para trás os tempos de convulsão interna, voltando a ser um «partido calmo, equilibrado e confiável», capaz de se assumir como uma alternativa credível ao Partido Socialista.
«Podem confiar no CDS. O partido votou, teve a sua Primavera, está calmo, é um partido confiável», disse Portas na sua primeira aparição pública depois de ter derrotado José Ribeiro e Castro na corrida pela presidência do partido, acrescentando que o ambiente no partido está agora «descomprimido».
Durante uma arruada no Funchal, onde se deslocou para honrar uma promessa feita durante a campanha interna, Paulo Portas estendeu a todo o país os recados que dirigiu ao eleitorado madeirense, que dia 06 de Maio vai às urnas em eleições antecipadas provocadas pela demissão de Alberto João Jardim do cargo de presidente do Governo Regional da Madeira.
«O CDS é uma oposição com legitimidade contra o poder que se eterniza», disse, referindo-se à situação na Madeira, para logo de seguida prometer que o seu partido é também uma alternativa credível no panorama nacional. «O eng. Sócrates vai passar a ter uma oposição firme, credível, leal. Os portugueses querem alguém que diga ao eng. Sócrates o que precisa de ser dito», reforçou.
Paulo Portas, que foi recebido sem euforias mas com simpatia no centro do Funchal, considera que a situação que o país atravessa «é menos optimista do que diz o primeiro-ministro», denunciando a existência de problemas graves de desemprego e de dificuldades financeiras. E prometeu que o CDS vai apresentar-se como «um partido moderado e responsável, em que os eleitores podem confiar».
Esta preocupação em transmitir uma imagem de serenidade e de descompressão interna marcou também as declarações sobre as eleições na Madeira, onde a lista do CDS é encabeçada pelo jornalista José Manuel Rodrigues.
«No dia 6 de Maio ajudem-nos na Madeira», começou por apelar Paulo Portas, lembrando que a alteração recente da Lei Eleitoral na Região (os 11 círculos anteriores, que correspondiam aos 11 concelhos, foram substituídos por um círculo único) pode vir a beneficiar o CDS.
«Agora nenhum voto se perde. Antes tínhamos mais votos do que mandatos», sublinhou, garantindo que «um voto no CDS é um voto equilibrado» num partido que pode fazer a diferença.
O esperado ataque a Alberto João Jardim foi moderado, num sinal dos novos tempos do partido. «Ao fim de 30 anos de poder não é presumível que uma maioria absoluta mantenha a eficácia, o controle e a moderação necessárias», sublinhou.
Cumprindo a sua promessa de moderação e equilíbrio, Portas recusou-se a entrar em polémica com Alberto João Jardim, que o acusou de não cumprir as promessas que fez à Madeira durante o tempo em que foi Ministro da Defesa.
«Deixei vários casos encaminhados, e os que não estão concluídos depois de dois anos não são de minha responsabilidade», rematou.
«Podem confiar no CDS. O partido votou, teve a sua Primavera, está calmo, é um partido confiável», disse Portas na sua primeira aparição pública depois de ter derrotado José Ribeiro e Castro na corrida pela presidência do partido, acrescentando que o ambiente no partido está agora «descomprimido».
Durante uma arruada no Funchal, onde se deslocou para honrar uma promessa feita durante a campanha interna, Paulo Portas estendeu a todo o país os recados que dirigiu ao eleitorado madeirense, que dia 06 de Maio vai às urnas em eleições antecipadas provocadas pela demissão de Alberto João Jardim do cargo de presidente do Governo Regional da Madeira.
«O CDS é uma oposição com legitimidade contra o poder que se eterniza», disse, referindo-se à situação na Madeira, para logo de seguida prometer que o seu partido é também uma alternativa credível no panorama nacional. «O eng. Sócrates vai passar a ter uma oposição firme, credível, leal. Os portugueses querem alguém que diga ao eng. Sócrates o que precisa de ser dito», reforçou.
Paulo Portas, que foi recebido sem euforias mas com simpatia no centro do Funchal, considera que a situação que o país atravessa «é menos optimista do que diz o primeiro-ministro», denunciando a existência de problemas graves de desemprego e de dificuldades financeiras. E prometeu que o CDS vai apresentar-se como «um partido moderado e responsável, em que os eleitores podem confiar».
Esta preocupação em transmitir uma imagem de serenidade e de descompressão interna marcou também as declarações sobre as eleições na Madeira, onde a lista do CDS é encabeçada pelo jornalista José Manuel Rodrigues.
«No dia 6 de Maio ajudem-nos na Madeira», começou por apelar Paulo Portas, lembrando que a alteração recente da Lei Eleitoral na Região (os 11 círculos anteriores, que correspondiam aos 11 concelhos, foram substituídos por um círculo único) pode vir a beneficiar o CDS.
«Agora nenhum voto se perde. Antes tínhamos mais votos do que mandatos», sublinhou, garantindo que «um voto no CDS é um voto equilibrado» num partido que pode fazer a diferença.
O esperado ataque a Alberto João Jardim foi moderado, num sinal dos novos tempos do partido. «Ao fim de 30 anos de poder não é presumível que uma maioria absoluta mantenha a eficácia, o controle e a moderação necessárias», sublinhou.
Cumprindo a sua promessa de moderação e equilíbrio, Portas recusou-se a entrar em polémica com Alberto João Jardim, que o acusou de não cumprir as promessas que fez à Madeira durante o tempo em que foi Ministro da Defesa.
«Deixei vários casos encaminhados, e os que não estão concluídos depois de dois anos não são de minha responsabilidade», rematou.
Diário Digital






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