Ota: Aeroporto é que é «atentatório», diz Ribeiro e Castro
O presidente do CDS-PP, Ribeiro e Castro, devolveu hoje ao Governo a acusação de estar a prejudicar o país, considerando «atentatório» do interesse nacional a decisão de se avançar com o aeroporto da Ota tal como está.
O ministro das Obras Publicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino acusara hoje o líder do CDS-PP de «atentar» contra os interesses do país por ter enviado à Comissão Europeia um requerimento com informações alegadamente falsas sobre a posição da Ordem dos Engenheiros portugueses em relação ao novo Aeroporto da Ota.
Em declarações à agência Lusa, Ribeiro e Castro rejeitou as acusações e devolveu-as a Mário Lino, considerando que as afirmações do ministro revelam a «desorientação, desnorte, para não dizer desespero» do Governo na questão da Ota.
Ribeiro e Castro negou que tenha dado informações falsas à Comissão Europeia e afirmou ter baseado as posições expressas no requerimento em declarações que o Bastonário da Ordem dos Engenheiros fez no programa da Rádio Renascença «Diga lá Excelência».
«Já na altura o senhor ministro quis entrar em polémica com o bastonário e agora quer entrar em polémica comigo, mas eu não dou troco», disse Ribeiro e Castro à agência Lusa.
No requerimento em causa, o eurodeputado Ribeiro e Castro alertava a Comissão Europeia para o facto do bastonário da Ordem dos Engenheiros, Fernando Santo, ter aconselhado o Governo a estudar alternativas à Ota, reabrindo a discussão sobre a localização do novo aeroporto.
Em declarações hoje à Lusa, Fernando Santo demarcou-se da iniciativa do eurodeputado democrata-cristão, disse que a Ordem dos Engenheiros não tem posição formal sobre este assunto, mas admitiu que as suas dúvidas pessoais estão agora a ser utilizadas politicamente.
O líder do CDS-PP reiterou a sua oposição ao projecto de instalação do novo aeroporto na Ota, Alenquer, classificando-o como gravemente «atentatório» do interesse nacional e acusou o Governo de «irresponsabilidade» ao prosseguir com a sua construção tal como está.
Lembrou o contributo que democratas-cristãos têm dado para o aprofundamento do debate em torno do novo aeroporto e defendeu a necessidade de ser estudada uma alternativa à «análise monopolista» centrada na Ota do Governo.
«É irresponsável que o Governo teime em colocar o país diante de um facto consumado», disse, acrescentando que não abdica de agir, em Portugal e nas instâncias europeias, no sentido de se «avançar com mais rigor» nesta matéria.
Defensor do projecto Portela+1 (manter aeroporto da Portela adaptando um pequeno aeroporto na zona de Lisboa), Ribeiro e Castro prometeu bater-se por essa solução, considerando-a a melhor para o país.
Diário Digital / Lusa
O ministro das Obras Publicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino acusara hoje o líder do CDS-PP de «atentar» contra os interesses do país por ter enviado à Comissão Europeia um requerimento com informações alegadamente falsas sobre a posição da Ordem dos Engenheiros portugueses em relação ao novo Aeroporto da Ota.
Em declarações à agência Lusa, Ribeiro e Castro rejeitou as acusações e devolveu-as a Mário Lino, considerando que as afirmações do ministro revelam a «desorientação, desnorte, para não dizer desespero» do Governo na questão da Ota.
Ribeiro e Castro negou que tenha dado informações falsas à Comissão Europeia e afirmou ter baseado as posições expressas no requerimento em declarações que o Bastonário da Ordem dos Engenheiros fez no programa da Rádio Renascença «Diga lá Excelência».
«Já na altura o senhor ministro quis entrar em polémica com o bastonário e agora quer entrar em polémica comigo, mas eu não dou troco», disse Ribeiro e Castro à agência Lusa.
No requerimento em causa, o eurodeputado Ribeiro e Castro alertava a Comissão Europeia para o facto do bastonário da Ordem dos Engenheiros, Fernando Santo, ter aconselhado o Governo a estudar alternativas à Ota, reabrindo a discussão sobre a localização do novo aeroporto.
Em declarações hoje à Lusa, Fernando Santo demarcou-se da iniciativa do eurodeputado democrata-cristão, disse que a Ordem dos Engenheiros não tem posição formal sobre este assunto, mas admitiu que as suas dúvidas pessoais estão agora a ser utilizadas politicamente.
O líder do CDS-PP reiterou a sua oposição ao projecto de instalação do novo aeroporto na Ota, Alenquer, classificando-o como gravemente «atentatório» do interesse nacional e acusou o Governo de «irresponsabilidade» ao prosseguir com a sua construção tal como está.
Lembrou o contributo que democratas-cristãos têm dado para o aprofundamento do debate em torno do novo aeroporto e defendeu a necessidade de ser estudada uma alternativa à «análise monopolista» centrada na Ota do Governo.
«É irresponsável que o Governo teime em colocar o país diante de um facto consumado», disse, acrescentando que não abdica de agir, em Portugal e nas instâncias europeias, no sentido de se «avançar com mais rigor» nesta matéria.
Defensor do projecto Portela+1 (manter aeroporto da Portela adaptando um pequeno aeroporto na zona de Lisboa), Ribeiro e Castro prometeu bater-se por essa solução, considerando-a a melhor para o país.
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