Governo: maior falhanço é não gerar esperança
O presidente do CDS-PP afirmou hoje que "o maior falhanço do Governo está na incapacidade de gerar esperança nos portugueses e numa cada vez mais nítida e clara falta de sentido estratégico".
"Temos denunciado e repetimos que as promessas foram feitas e que não foram cumpridas, antes desmentidas", disse Ribeiro e Castro que falava na iniciativa "Almoços do Caldas", com o tema "Domínios de potencial estratégico na economia portuguesa", que conta com a participação do ex-ministro das Finanças, Ernâni Lopes.
O líder do CDS-PP exemplificou a sua posição com o caso das SCUT (auto-estradas sem custo para o consumidor) "que não iam ter portagem e afinal vão ter ".
"A acelerada criação de emprego e os 150 mil postos de trabalho prometidos... e a dura realidade da mais alta taxa de desemprego dos últimos 20 anos" foi outra situação apontada pelo líder do CDS-PP.
"As taxas moderadoras que não seriam agravadas e não se vê outra coisa, enquanto os reformados e pensionistas, que veriam os seus direitos acautelados, parecem ser um dos alvos do Governo", continuou Ribeiro e Castro. "O mundo rural é atacado e o interior esquecido contra tudo o que o PS prometera", salienta, acrescentando que este é um traço fundamental da governação de Sócrates que "vai abalando a confiança", ao estilo "engano-te hoje, lamenta-te amanhã".
O Governo revela também "uma falta de sentido estratégico e real incapacidade reformista", segundo o presidente do CDS/PP.
Para fazer face à crise das finanças públicas, o executivo "seguiu uma linha errada de consolidação orçamental, pelo lado das receitas", frisou Ribeiro e Castro.
Para o líder do CDS-PP, o Governo de José Sócrates segue num caminho de voracidade fiscal, predadora sobre a economia, as empresas e as famílias.
in Lusa
"Temos denunciado e repetimos que as promessas foram feitas e que não foram cumpridas, antes desmentidas", disse Ribeiro e Castro que falava na iniciativa "Almoços do Caldas", com o tema "Domínios de potencial estratégico na economia portuguesa", que conta com a participação do ex-ministro das Finanças, Ernâni Lopes.
O líder do CDS-PP exemplificou a sua posição com o caso das SCUT (auto-estradas sem custo para o consumidor) "que não iam ter portagem e afinal vão ter ".
"A acelerada criação de emprego e os 150 mil postos de trabalho prometidos... e a dura realidade da mais alta taxa de desemprego dos últimos 20 anos" foi outra situação apontada pelo líder do CDS-PP.
"As taxas moderadoras que não seriam agravadas e não se vê outra coisa, enquanto os reformados e pensionistas, que veriam os seus direitos acautelados, parecem ser um dos alvos do Governo", continuou Ribeiro e Castro. "O mundo rural é atacado e o interior esquecido contra tudo o que o PS prometera", salienta, acrescentando que este é um traço fundamental da governação de Sócrates que "vai abalando a confiança", ao estilo "engano-te hoje, lamenta-te amanhã".
O Governo revela também "uma falta de sentido estratégico e real incapacidade reformista", segundo o presidente do CDS/PP.
Para fazer face à crise das finanças públicas, o executivo "seguiu uma linha errada de consolidação orçamental, pelo lado das receitas", frisou Ribeiro e Castro.
Para o líder do CDS-PP, o Governo de José Sócrates segue num caminho de voracidade fiscal, predadora sobre a economia, as empresas e as famílias.
in Lusa






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