Ota "é um desastre"
O vice-presidente do CDS-PP Martim Borges de Freitas acusou hoje o Governo de "fazer ouvidos de mercador" às críticas ao novo a eroporto da Ota, desafiando o executivo a responder a quatro questões antes de a vançar para a sua construção.
Foi hoje publicada em Diário da República a resolução aprovada no Conse lho de Ministros, a 25 de Janeiro, de abrir o concurso público internacional par a a privatização da ANA-Aeroportos de Portugal e para a concessão do novo aeropo rto da Ota até ao final do ano.
"Esta publicação significa que o Governo continua a fazer ouvidos de me rcador ao debate aceso que tem sido feito na sociedade portuguesa e aos argument os contra a construção do novo aeroporto", afirmou Borges de Freitas, em declara ções à Lusa, classificando a construção de um novo aeroporto na Ota como "um des astre".
Para o vice-presidente e secretário-geral do CDS-PP, antes de o Governo avançar para a construção do novo aeroporto "tem de responder a quatro questões ".
"É necessário saber se é necessário ou não um novo aeroporto em Lisboa" , disse, considerando que o Governo não provou que o aeroporto da Portela esteja sobrelotado quer em termos de tráfego quer de passageiros.
Por outro lado, Martim Borges de Freitas questionou quais são as vantag ens do novo aeroporto "quer do ponto de vista económico, quer do turismo para Li sboa, quer dos utentes".
"Não vemos nenhuma vantagem [em relação à Portela], nem sequer do ponto de vista da segurança", disse.
Em terceiro lugar, o CDS quer saber "quem é que pediu o novo aeroporto" e, por último, "quanto vai custar o aeroporto da Ota".
"O Governo adiantou que ia custar cinco mil milhões de euros. Primeiro disse que o Estado ia financiar 15 por cento, agora já diz que serão 25 por cent o", disse, alertando que não estão contabilizadas as perdas de receitas com a co ncessão da Portela.
"Vai ter custos elevadíssimos, sem vantagens, sem sabermos quem é que o pediu: a Ota é um desastre", concluiu.
Notícia: Lusa
Foi hoje publicada em Diário da República a resolução aprovada no Conse lho de Ministros, a 25 de Janeiro, de abrir o concurso público internacional par a a privatização da ANA-Aeroportos de Portugal e para a concessão do novo aeropo rto da Ota até ao final do ano.
"Esta publicação significa que o Governo continua a fazer ouvidos de me rcador ao debate aceso que tem sido feito na sociedade portuguesa e aos argument os contra a construção do novo aeroporto", afirmou Borges de Freitas, em declara ções à Lusa, classificando a construção de um novo aeroporto na Ota como "um des astre".
Para o vice-presidente e secretário-geral do CDS-PP, antes de o Governo avançar para a construção do novo aeroporto "tem de responder a quatro questões ".
"É necessário saber se é necessário ou não um novo aeroporto em Lisboa" , disse, considerando que o Governo não provou que o aeroporto da Portela esteja sobrelotado quer em termos de tráfego quer de passageiros.
Por outro lado, Martim Borges de Freitas questionou quais são as vantag ens do novo aeroporto "quer do ponto de vista económico, quer do turismo para Li sboa, quer dos utentes".
"Não vemos nenhuma vantagem [em relação à Portela], nem sequer do ponto de vista da segurança", disse.
Em terceiro lugar, o CDS quer saber "quem é que pediu o novo aeroporto" e, por último, "quanto vai custar o aeroporto da Ota".
"O Governo adiantou que ia custar cinco mil milhões de euros. Primeiro disse que o Estado ia financiar 15 por cento, agora já diz que serão 25 por cent o", disse, alertando que não estão contabilizadas as perdas de receitas com a co ncessão da Portela.
"Vai ter custos elevadíssimos, sem vantagens, sem sabermos quem é que o pediu: a Ota é um desastre", concluiu.
Notícia: Lusa






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