CDS-PP debate internacionalização da economia
“O problema da internacionalização da economia portuguesa assenta num quadro muito exigente, onde Portugal enfrenta um duplo desafio: de construção do mercado interno e europeu e de internacionalização mais amplo relacionado com a globalização”, afirmou o Presidente do CDS-PP, José Ribeiro e Castro, na abertura de mais um “Almoço do Caldas”, na sede nacional do CDS, dedicado à internacionalização da economia portuguesa e onde o orador-convidado foi Basílio Horta, histórico dirigente democrata-cristão e actual presidente da API.
Ainda no discurso de abertura do almoço-debate, Ribeiro e Castro considerou a internacionalização da economia portuguesa “uma matéria muito importante, que muito tem a ver com a história do partido e sobre a qual o CDS irá trabalhar cada vez mais”. A prová-lo está que os próximos três “Almoços do Caldas” são dedicados a temas económicos, apresentando o CDS-PP como oradores-convidados o Professor João César das Neves, o ex-Ministro das Finanças, Ernâni Lopes, e o Presidente da Sociedade Financeira de Desenvolvimento da Madeira, Francisco Costa.
Basílio Horta começou por analisar o tipo de exportações da economia nacional, o que o levou a afirmar que existe uma tendência da balança comercial portuguesa para “decrescer nos produtos de baixa intensidade tecnológica” e ganhar peso “nos produtos de alta intensidade tecnológica”. Já quanto ao caminho a seguir pelo sector exportador nacional, entende o actual presidente da API que as exportações “devem apontar para mercados exigentes e para bens transaccionáveis onde temos particular vocação: serviços, tecnologias de informação e comunicação, software, call centers e onde somos realmente competitivos”.
Referindo-se aos mercados de eleição para as exportações portuguesas, Basílio Horta entende que “continuam a ser europeus: Espanha, Alemanha, Itália” e que fora da Europa “a economia portuguesa vai ao encontro do Brasil, Angola, EUA, China e Singapura” e que os sectores da petroquímica (em Sines), o papel (Portucel) e o siderúrgico, “são fundamentais para a internacionalização da economia portuguesa”.
Para o orador-convidado do CDS-PP, “2007, será o ano do investimento, que será superior a 25 milhões de euros” e admitiu que haverá “uma mudança clara no sentido do desenvolvimento da nossa economia”, alertando para a necessidade de “uma óptica de qualidade e exigência, onde a formação, informação, inovação, qualificação, mercado e domínio da distribuição são a única forma de responder à globalização”.
A terminar, o Presidente da API considerou “a internacionalização das PME’s o grande desafio dos próximos anos” e chamou à atenção para a necessidade de eliminar “burocracias internas fundamentais, para que 2007 seja o ano do investimento”.
Ainda no discurso de abertura do almoço-debate, Ribeiro e Castro considerou a internacionalização da economia portuguesa “uma matéria muito importante, que muito tem a ver com a história do partido e sobre a qual o CDS irá trabalhar cada vez mais”. A prová-lo está que os próximos três “Almoços do Caldas” são dedicados a temas económicos, apresentando o CDS-PP como oradores-convidados o Professor João César das Neves, o ex-Ministro das Finanças, Ernâni Lopes, e o Presidente da Sociedade Financeira de Desenvolvimento da Madeira, Francisco Costa.
Basílio Horta começou por analisar o tipo de exportações da economia nacional, o que o levou a afirmar que existe uma tendência da balança comercial portuguesa para “decrescer nos produtos de baixa intensidade tecnológica” e ganhar peso “nos produtos de alta intensidade tecnológica”. Já quanto ao caminho a seguir pelo sector exportador nacional, entende o actual presidente da API que as exportações “devem apontar para mercados exigentes e para bens transaccionáveis onde temos particular vocação: serviços, tecnologias de informação e comunicação, software, call centers e onde somos realmente competitivos”.
Referindo-se aos mercados de eleição para as exportações portuguesas, Basílio Horta entende que “continuam a ser europeus: Espanha, Alemanha, Itália” e que fora da Europa “a economia portuguesa vai ao encontro do Brasil, Angola, EUA, China e Singapura” e que os sectores da petroquímica (em Sines), o papel (Portucel) e o siderúrgico, “são fundamentais para a internacionalização da economia portuguesa”.
Para o orador-convidado do CDS-PP, “2007, será o ano do investimento, que será superior a 25 milhões de euros” e admitiu que haverá “uma mudança clara no sentido do desenvolvimento da nossa economia”, alertando para a necessidade de “uma óptica de qualidade e exigência, onde a formação, informação, inovação, qualificação, mercado e domínio da distribuição são a única forma de responder à globalização”.
A terminar, o Presidente da API considerou “a internacionalização das PME’s o grande desafio dos próximos anos” e chamou à atenção para a necessidade de eliminar “burocracias internas fundamentais, para que 2007 seja o ano do investimento”.






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