Economia: não há espaço para optimismos
O CDS-PP encara sem "grande optimismo" o ano de 2007 para a economia portuguesa pois o governo "continua a adiar" as alterações necessárias à redução da despesa corrente do Estado, de modo a incentivar o crescimento.
O presidente do partido, José Ribeiro e Castro, afirmou hoje em conferência de imprensa, que "não há espaço para grandes optimismos" para a evolução em 2007, depois de, no ano passado, a actividade económica nacional ter registado uma recuperação débil, continuando a tendência de divergência real face à média europeia.
A análise da conjuntura económica de Ribeiro e Castro baseou- se nos primeiros dados do Barómetro Económico do CDS, hoje apresentado, um boletim que vai passar a ser divulgado quinzenalmente, tendo a coordenação do economista e membro da Comissão Executiva do partido, Fernando Paes Afonso.
Como a "ligeira recuperação" da economia portuguesa registada no ano passado se baseou principalmente no aumento das exportações, devido ao bom desempenho da economia procura a nível europeu, Paes Afonso justifica a falta de optimismo para este ano com o facto de se prever um abrandamento da actividade na União Europeia e nos EUA que pode afectar a procura internacional.
"Aliás, verifica-se já um ligeiro arrefecimento do clima económico", refere o economista.
O presidente do partido, José Ribeiro e Castro, afirmou hoje em conferência de imprensa, que "não há espaço para grandes optimismos" para a evolução em 2007, depois de, no ano passado, a actividade económica nacional ter registado uma recuperação débil, continuando a tendência de divergência real face à média europeia.
A análise da conjuntura económica de Ribeiro e Castro baseou- se nos primeiros dados do Barómetro Económico do CDS, hoje apresentado, um boletim que vai passar a ser divulgado quinzenalmente, tendo a coordenação do economista e membro da Comissão Executiva do partido, Fernando Paes Afonso.
Como a "ligeira recuperação" da economia portuguesa registada no ano passado se baseou principalmente no aumento das exportações, devido ao bom desempenho da economia procura a nível europeu, Paes Afonso justifica a falta de optimismo para este ano com o facto de se prever um abrandamento da actividade na União Europeia e nos EUA que pode afectar a procura internacional.
"Aliás, verifica-se já um ligeiro arrefecimento do clima económico", refere o economista.
Notícia LUSA
Consultar: Barómetro (CES/GE)
Descarregar: Barómetro Económico n.º 1






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