"Caso Bolama": comissão inquérito é exagero
O CDS-PP manifestou hoje disponibilidade para receber os representantes das vítimas do afundamento do navio "Bolama" mas considerou "manifestamente exagerada" a sua pretensão de que seja criada uma comissão parlamentar de inquérito.
"A constituição de uma comissão parlamentar de inquérito é manifestamente exagerada (...) O assunto é eminentemente técnico, não deve ser o Parlamento a resolver a questão", justificou o deputado do CDS-PP João Rebelo, em declarações à Lusa.
Os representantes das vítimas do afundamento do navio "Bolama", ocorrido há 15 anos, anunciaram hoje que vão pedir ao presidente da Assembleia da República e aos partidos com assento parlamentar que seja criada uma comissão de inquérito para investigar as causas do alegado acidente.
"Não dispomos de informação suficiente nem de dados para reabrir o inquérito mas achamos que a verdade deve ser procurada", ressalvou o deputado João Rebelo.
Para o deputado democrata-cristão, se existirem dados, esse inquérito deve ser reaberto por entidades como a Marinha, a Polícia Marítima e o Ministério da Defesa.
"O Governo deve depois actuar em conformidade", disse.
Além de reuniões com Jaime Gama e com as diferentes bancadas da Assembleia da República, a delegação de representantes das famílias vai solicitar também um encontro com o ministro da Justiça, Alberto Costa, que já manifestou publicamente disponibilidade para a audiência.
O objectivo de todas estas diligências é conseguir a reabertura do inquérito judicial para apurar as causas do afundamento do navio de pesca "Bolama", desaparecido a 04 de Dezembro de 1991 com 30 pessoas a bordo e que viria a ser encontrado afundado dois meses depois a algumas milhas da saída da barra do porto de Lisboa.
Desde então só foram recuperados os corpos de oito das pessoas que seguiam a bordo na curta viagem para testar novos equipamentos de pescas instalados no navio.
O processo foi arquivado por um juiz de Instrução com o argumento de que a embarcação se tinha afundado por causas naturais.
Para esclarecer o "mistério" que levou ao afundamento do navio a poucas milhas da saída da barra do Porto de Lisboa, os representantes das famílias consideram que o navio deve ser trazido para superfície.
"A constituição de uma comissão parlamentar de inquérito é manifestamente exagerada (...) O assunto é eminentemente técnico, não deve ser o Parlamento a resolver a questão", justificou o deputado do CDS-PP João Rebelo, em declarações à Lusa.
Os representantes das vítimas do afundamento do navio "Bolama", ocorrido há 15 anos, anunciaram hoje que vão pedir ao presidente da Assembleia da República e aos partidos com assento parlamentar que seja criada uma comissão de inquérito para investigar as causas do alegado acidente.
"Não dispomos de informação suficiente nem de dados para reabrir o inquérito mas achamos que a verdade deve ser procurada", ressalvou o deputado João Rebelo.
Para o deputado democrata-cristão, se existirem dados, esse inquérito deve ser reaberto por entidades como a Marinha, a Polícia Marítima e o Ministério da Defesa.
"O Governo deve depois actuar em conformidade", disse.
Além de reuniões com Jaime Gama e com as diferentes bancadas da Assembleia da República, a delegação de representantes das famílias vai solicitar também um encontro com o ministro da Justiça, Alberto Costa, que já manifestou publicamente disponibilidade para a audiência.
O objectivo de todas estas diligências é conseguir a reabertura do inquérito judicial para apurar as causas do afundamento do navio de pesca "Bolama", desaparecido a 04 de Dezembro de 1991 com 30 pessoas a bordo e que viria a ser encontrado afundado dois meses depois a algumas milhas da saída da barra do porto de Lisboa.
Desde então só foram recuperados os corpos de oito das pessoas que seguiam a bordo na curta viagem para testar novos equipamentos de pescas instalados no navio.
O processo foi arquivado por um juiz de Instrução com o argumento de que a embarcação se tinha afundado por causas naturais.
Para esclarecer o "mistério" que levou ao afundamento do navio a poucas milhas da saída da barra do Porto de Lisboa, os representantes das famílias consideram que o navio deve ser trazido para superfície.
Notícia Lusa






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