Co-incineração: lamentável obsessão do Governo
O presidente do CDS-PP advertiu este sábado o governo que a Comissão Europeia está "a seguir com atenção" o processo de co-incineração de resíduos que o executivo quer levar a cabo nas cimenteiras de Outão e Souselas.
"Já coloquei a questão à Comissão Europeia que está a seguir com atenção o que se está a passar em Portugal", afirmou Ribeiro e Castro, à margem de um encontro com militantes do CDS-PP no Montijo, sublinhando que não compreende "esta obsessão do governo".
"O comissário responsável chamou a atenção para a necessidade de respeitar as três directivas cuja violação está em causa no processo que o governo está a desencadear", disse o presidente do CDS-PP.
Ribeiro e Castro alertou para o facto de uma dessas directivas (2000/76 /CE) determinar que as instalações já existentes, mas que comecem a co-incinerar depois de 28 de Dezembro de 2004, são consideradas como novas instalações para efeitos da aplicação da directiva.
Este facto, adiantou, "implica a necessidade de nova licença e consulta do público, o que não está a acontecer".
De acordo com Ribeiro e Castro, o CDS-PP "contesta fortemente esta obsessão pela co-incineração", considerando que vai perturbar um consenso estabelecido em redor da solução dos CIRVER (Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos), lançado pelo anterior Governo PSD/CDS-PP.
Para Ribeiro e Castro, a solução deste problema de política ambiental "passa por queimar uma pequena parcela dos resíduos perigosos, depois de terem sido tratados nos CIRVER".
O Ministério do Ambiente atribuiu terça-feira à unidade da Secil em Outão (Setúbal) a licença ambiental e de recepção de resíduos, o primeiro passo para serem realizados os primeiros testes de co-incineração.
Hoje, o presidente do CDS-PP deslocou-se a Outão para "apoiar" o Movimento de Cidadãos pela Arrábida e as câmaras de Palmela e Setúbal, que contestam a decisão do governo.
O movimento e as autarquias defenderam que a queima de resíduos perigosos na cimenteira de Outão desrespeita a opinião da população e põe em causa o desenvolvimento sustentado da região.
"Já coloquei a questão à Comissão Europeia que está a seguir com atenção o que se está a passar em Portugal", afirmou Ribeiro e Castro, à margem de um encontro com militantes do CDS-PP no Montijo, sublinhando que não compreende "esta obsessão do governo".
"O comissário responsável chamou a atenção para a necessidade de respeitar as três directivas cuja violação está em causa no processo que o governo está a desencadear", disse o presidente do CDS-PP.
Ribeiro e Castro alertou para o facto de uma dessas directivas (2000/76 /CE) determinar que as instalações já existentes, mas que comecem a co-incinerar depois de 28 de Dezembro de 2004, são consideradas como novas instalações para efeitos da aplicação da directiva.
Este facto, adiantou, "implica a necessidade de nova licença e consulta do público, o que não está a acontecer".
De acordo com Ribeiro e Castro, o CDS-PP "contesta fortemente esta obsessão pela co-incineração", considerando que vai perturbar um consenso estabelecido em redor da solução dos CIRVER (Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos), lançado pelo anterior Governo PSD/CDS-PP.
Para Ribeiro e Castro, a solução deste problema de política ambiental "passa por queimar uma pequena parcela dos resíduos perigosos, depois de terem sido tratados nos CIRVER".
O Ministério do Ambiente atribuiu terça-feira à unidade da Secil em Outão (Setúbal) a licença ambiental e de recepção de resíduos, o primeiro passo para serem realizados os primeiros testes de co-incineração.
Hoje, o presidente do CDS-PP deslocou-se a Outão para "apoiar" o Movimento de Cidadãos pela Arrábida e as câmaras de Palmela e Setúbal, que contestam a decisão do governo.
O movimento e as autarquias defenderam que a queima de resíduos perigosos na cimenteira de Outão desrespeita a opinião da população e põe em causa o desenvolvimento sustentado da região.
Notícia LUSA






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