Finanças Públicas: Sócrates tem pouca ambição
O presidente do CDS-PP considerou hoje "normal" que o Governo não apresente um orçamento rectificativo. Ribeiro e Castro acusa o primeiro-ministro de se “satisfazer com pouco”. As críticas foram lançadas durante um almoço-convívio na Madeira que assinalou a “rentrée” política do democratas-cristãos. Ribeiro e Castro desvalorizou o anúncio feito sábado pelo primeiro-ministro, José Sócrates, no Fórum Novas Fronteiras, no Porto. "O senhor primeiro-ministro disse, triunfante, que nós, este ano, não íamos ter orçamento rectificativo: francamente engenheiro Sócrates, qual é o espanto?", questionou Ribeiro e Castro.
"O anormal é que tivéssemos um orçamento rectificativo, é apenas normal que não tenhamos orçamento rectificativo. E um primeiro-ministro que tanto festeja esta realização é um primeiro-ministro que se satisfaz com pouco e nós exigimos ter na condução da República governos com ambição", acrescentou.
O líder centrista comentou também a afirmação do primeiro-ministro de que Portugal vai cumprir a meta de 4,6 por cento de défice orçamental, salientando que, para o CDS/PP, "o importante é o controlo e a redução da despesa pública".
O presidente dos democratas-cristãos referiu que, em 2005, o cumprimento do défice foi atingido porque "nós pagamos isso". "Foi pelo agravamento dos impostos, foi pelo aumento da receita fiscal que o objectivo do défice foi atingido. Este ano, o que os indicadores apontam é um pouco a repetição do mesmo cenário", sublinhou.
Em relação à reforma da Segurança Social, Ribeiro e Castro reiterou a proposta do CDS/PP que prevê a criação de um sistema misto, de tecto contributivo e de livre escolha. Ainda assim, o líder democrata-cristão salientou que o partido continua a considerar "indispensável" que "o Estado garanta os mínimos".
O líder do CDS alertou ainda que o PS apresentará no final desta semana a proposta para o referendo ao aborto, matéria sobre a qual o partido continua a defender "os resultados do referendo de 1998". À margem do comício, que teve a participação de 600 militantes, Ribeiro e Castro falou do encontro que terá hoje com o presidente da República, Cavaco Silva, onde abordará matérias relacionadas com a justiça, com o processo de designação do procurador-geral da República e com a revisão da Lei das Finanças Regionais.
"O anormal é que tivéssemos um orçamento rectificativo, é apenas normal que não tenhamos orçamento rectificativo. E um primeiro-ministro que tanto festeja esta realização é um primeiro-ministro que se satisfaz com pouco e nós exigimos ter na condução da República governos com ambição", acrescentou.
O líder centrista comentou também a afirmação do primeiro-ministro de que Portugal vai cumprir a meta de 4,6 por cento de défice orçamental, salientando que, para o CDS/PP, "o importante é o controlo e a redução da despesa pública".
O presidente dos democratas-cristãos referiu que, em 2005, o cumprimento do défice foi atingido porque "nós pagamos isso". "Foi pelo agravamento dos impostos, foi pelo aumento da receita fiscal que o objectivo do défice foi atingido. Este ano, o que os indicadores apontam é um pouco a repetição do mesmo cenário", sublinhou.
Em relação à reforma da Segurança Social, Ribeiro e Castro reiterou a proposta do CDS/PP que prevê a criação de um sistema misto, de tecto contributivo e de livre escolha. Ainda assim, o líder democrata-cristão salientou que o partido continua a considerar "indispensável" que "o Estado garanta os mínimos".
O líder do CDS alertou ainda que o PS apresentará no final desta semana a proposta para o referendo ao aborto, matéria sobre a qual o partido continua a defender "os resultados do referendo de 1998". À margem do comício, que teve a participação de 600 militantes, Ribeiro e Castro falou do encontro que terá hoje com o presidente da República, Cavaco Silva, onde abordará matérias relacionadas com a justiça, com o processo de designação do procurador-geral da República e com a revisão da Lei das Finanças Regionais.
Notícia LUSA






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