Unidos no essencial
"Foi um congresso do qual o CDS saiu unido no essencial, sempre prezando ideias ou opiniões que podendo não ser totalmente coincidentes, se respeitam entre si e respeitam as linhas essenciais do nosso pensamento político", afirmou Mota Soares, numa declaração política no período antes da ordem do dia na Assembleia da República.
Para o vice-presidente da bancada democrata-cristã, a reunião magna na Batalha (Leiria), onde foram visíveis as divergências entre direcção de Ribeiro e Castro e o grupo parlamentar, "foi um congresso em que a discussão foi sempre feita com respeito, e em que o CDS demonstrou que aprecia, considera e valoriza a pluralidade de opiniões".
"Este foi um congresso, como é timbre do CDS, vivo, animado e disputado, em que as diferenças foram colocadas de forma serena e em que as divergências foram sempre discutidas com elevação", sublinhou.
Mota Soares destacou ainda que esta reunião magna provou que "o CDS estimula os seus jovens, que é um partido atento à geração seguinte", numa referência óbvia ao resultado obtido pela moção encabeçada pelo líder da Juventude Popular e ex-deputado João Almeida, que obteve 42 por cento dos votos.
O líder reeleito José Ribeiro e Castro mereceu também uma referência de Mota Soares, que o classificou como "um político experiente e respeitado", destacando a "direcção renovada" e com "militantes históricos" que saiu do último Congresso.
No congresso, a moção de Ribeiro e Castro obteve 57 por cento dos votos, mas o líder voltou a não ter maioria no Conselho Nacional, tendo vencido para este órgão uma lista que integra o ex-vice- presidente António Pires de Lima e o adversário derrotado do líder no anterior conclave Telmo Correia.
Notícia LUSA






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