Não aumento do ISP: positivo, mas insuficiente
O CDS-PP saudou hoje a hipótese de o Governo não aplicar o aumento do imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP) previsto no Orçamento de Estado para 2006, mas considerou a medida "insuficiente para revitalizar a economia".
Hoje, à saída da comissão parlamentar de Orçamento e Finanças, o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, admitiu que o Governo pode não aplicar o aumento do ISP previsto no Orçamento de Estado para 2006, caso os preços do petróleo no mercado internacional se mantenham elevados.
"Enquanto se mantiver esta conjuntura nos mercados petrolíferos, o Gove rno não vai avançar", garantiu o ministro das Finanças.
No entanto, para o CDS, a decisão anunciada pelo ministro das Finanças "não é suficiente para revitalizar a economia nem para tranquilizar os contribuintes portugueses, uma vez que se trata de uma decisão baseada em critérios meramente conjunturais".
"Exigimos a suspensão dos aumentos sobre o ISP, mas também a imediata revogação da portaria que determinou estes aumentos", sublinhou, em declarações à Lusa, Paulo Núncio, membro da comissão executiva do CDS com o pelouro da fiscalidade.
Hoje, à saída da comissão parlamentar de Orçamento e Finanças, o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, admitiu que o Governo pode não aplicar o aumento do ISP previsto no Orçamento de Estado para 2006, caso os preços do petróleo no mercado internacional se mantenham elevados.
"Enquanto se mantiver esta conjuntura nos mercados petrolíferos, o Gove rno não vai avançar", garantiu o ministro das Finanças.
No entanto, para o CDS, a decisão anunciada pelo ministro das Finanças "não é suficiente para revitalizar a economia nem para tranquilizar os contribuintes portugueses, uma vez que se trata de uma decisão baseada em critérios meramente conjunturais".
"Exigimos a suspensão dos aumentos sobre o ISP, mas também a imediata revogação da portaria que determinou estes aumentos", sublinhou, em declarações à Lusa, Paulo Núncio, membro da comissão executiva do CDS com o pelouro da fiscalidade.
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