quarta-feira, maio 17, 2006

Excluir Igreja do protocolo é um erro

O líder parlamentar do CDS-PP, Nuno Melo, considerou hoje como "um erro e uma injustiça" retirar a Igreja Católica do protocolo de Estado, acusando o PS de querer "desviar as atenções" ao suscitar esta questão.
"Excluir a Igreja Católica é um erro, é injusto e não faz qualquer sentido", afirmou Nuno Melo, em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, ainda antes de o PS apresentar o seu diploma que prevê a retirada das autoridades católicas do protocolo de Estado.
Para Nuno Melo, esta é uma questão que distingue os partidos conservadores, como o CDS-PP, dos partidos de esquerda.
"O que distingue os partidos conservadores dos partidos de esquerda é o respeito que manifestamos pelas instituições, e a Igreja é uma dessas instituições", sublinhou.
O líder parlamentar do CDS-PP acusou ainda o PS de estar apenas a querer "desviar as atenções" das questões fundamentais, apesar da relevância que o pr otocolo de Estado tem.
"O PS quer apenas distrair do que é fundamental", disse Nuno Melo.
O PSD vai também apresentar um projecto de lei sobre a mesma matéria, diploma que está a ser elaborado pelo deputado Mota Amaral e que prevê a atribuição nas cerimónias oficias de "um lugar próprio" para as confissões religiosas.

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