Ataque à despesa pública é primordial
O líder do CDS-PP, Ribeiro e Castro, manifestou hoje ao primeiro-ministro a disponibilidade dos democratas-cristãos para um "acordo alargado" para a redução da despesa pública, que considerou o principal obstáculo ao crescimento económico.
"Manifestámos a disponibilidade do CDS para um acordo alargado, com um horizonte de oito anos, para reduzir a despesa pública até 40 por cento do PIB, para que a economia possa crescer", afirmou Ribeiro e Castro, em declarações aos jornalistas.
Ribeiro e Castro falava à saída de uma reunião de uma hora e meia com o primeiro-ministro, no Palácio de S. Bento, para apresentar a José Sócrates os cumprimentos da direcção do CDS-PP eleita em congresso no passado dia 7 de Maio.
Acompanhado pelos dirigentes Nogueira de Brito, Martim Borges de Freitas e Sampaio Nunes, Ribeiro e Castro disse ter reiterado a José Sócrates que o CDS-PP "acha errado" que a solução para resolver o problema do défice seja "o aumento dos impostos em lugar da redução da despesa pública".
"Existe disponibilidade para um acordo de sentido patriótico", afirmou, considerando "indispensável que o país se mobilize" em torno do objectivo da redução da despesa pública e de um novo modelo de Estado.
"É o que está a fazer a vizinha Espanha e está a crescer a três por cento ao ano", afirmou.
A proposta para um acordo alargado no sentido de reduzir a despesa pública a 40 por cento do PIB no prazo de oito anos tem sido defendida por Ribeiro e Castro em vários momentos políticos.
Ribeiro e Castro reiterou ainda o desagrado do CDS-PP com as políticas prosseguidas pelo ministro da Agricultura, Jaime Silva.
"Não é uma questão pessoal, é uma questão de políticas. Temos pedido para o ministro da Agricultura ser substituído e mantemos essa exigência de remodelação para restabelecer a confiança dos agricultores", afirmou.
"Manifestámos a disponibilidade do CDS para um acordo alargado, com um horizonte de oito anos, para reduzir a despesa pública até 40 por cento do PIB, para que a economia possa crescer", afirmou Ribeiro e Castro, em declarações aos jornalistas.
Ribeiro e Castro falava à saída de uma reunião de uma hora e meia com o primeiro-ministro, no Palácio de S. Bento, para apresentar a José Sócrates os cumprimentos da direcção do CDS-PP eleita em congresso no passado dia 7 de Maio.
Acompanhado pelos dirigentes Nogueira de Brito, Martim Borges de Freitas e Sampaio Nunes, Ribeiro e Castro disse ter reiterado a José Sócrates que o CDS-PP "acha errado" que a solução para resolver o problema do défice seja "o aumento dos impostos em lugar da redução da despesa pública".
"Existe disponibilidade para um acordo de sentido patriótico", afirmou, considerando "indispensável que o país se mobilize" em torno do objectivo da redução da despesa pública e de um novo modelo de Estado.
"É o que está a fazer a vizinha Espanha e está a crescer a três por cento ao ano", afirmou.
A proposta para um acordo alargado no sentido de reduzir a despesa pública a 40 por cento do PIB no prazo de oito anos tem sido defendida por Ribeiro e Castro em vários momentos políticos.
Ribeiro e Castro reiterou ainda o desagrado do CDS-PP com as políticas prosseguidas pelo ministro da Agricultura, Jaime Silva.
"Não é uma questão pessoal, é uma questão de políticas. Temos pedido para o ministro da Agricultura ser substituído e mantemos essa exigência de remodelação para restabelecer a confiança dos agricultores", afirmou.






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