"Geração 26"
O presidente do CDS-PP, Ribeiro e Castro, defendeu hoje uma "atitude enérgica" nas políticas de família e natalidade, para ultrapassar o problema da sustentabilidade da segurança social.
"A sustentabilidade da segurança social, mais que um problema financeiro e orçamental, é um problema demográfico. Exige uma nova atitude enérgica nas políticas de família e natalidade em Portugal e na Europa", disse Ribeiro e Castro num almoço com militantes do PP e da Juventude Popular (JP) nascidos após a revolução de 1974, em Coimbra.
Na sua perspectiva, a sustentabilidade da segurança social depende destas políticas, sob pena de estar em causa o modelo social europeu.
"As respostas que conseguirmos não são para amanhã, são respostas a 15 e 20 anos e esse é o tempo do futuro, da geração 26", frisou, numa alusão aos jovens que, como explicara antes, nasceram depois do 25 de Abril de 1974 e do 25 de Novembro de 1975.
Para Ribeiro e Castro, "se não fosse o 25 de Novembro de 1975, o 25 de Abril de 1974 seria talvez das datas mais negras da história de Portugal".
"Há quem continue a contar um conto de fadas e uma história da Carochinha à volta do 25 de Abril, que não corresponde à verdade. Continuam a procurar branquear a verdade da luta do povo português para conquistar a liberdade", afirmou.
Segundo o líder do PP, hoje comemora-se também o 25 de Abril de 1975, "o 25 de Abril da Assembleia Constituinte, que teve uma grande participação, nessa eleição, do povo português, mas, é preciso recordar, contra sectores militares, contra sectores do MFA, que apelavam à campanha do voto em branco".
"Celebramos também, contra aqueles que quiseram sequestrar a liberdade e sequestraram essa Assembleia Constituinte, o 25 de Abril de 1976, a data da primeira eleição da Assembleia da República", adiantou.
Declarando ter "muita esperança" na nova geração, Ribeiro e Castro considerou ser "mentira" a "ideia transmitida para a opinião pública" de que a juventude é de esquerda e, particularmente, do Bloco de Esquerda.
"Temos de ajudar a desconstruir essa mentira", defendeu, ao considerar também preocupante o afastamento dos jovens da política.
Para José Ribeiro e Castro, "o problema persistente do défice significa a falência de um modelo de Estado legado pela revolução marxista".
"Se esse Estado não for reformado, leva também consigo o país à falência e isso vai cair no tempo das gerações mais novas. É urgente essa reforma. A nossa luta tem esse profundo sentido do futuro", vincou.
A valorização dos recursos nacionais, nomeadamente os humanos, uma "nova atenção à floresta" e a aposta nos recursos do mar e do turismo foram outras das medidas preconizadas pelo presidente do CDS-PP.
"Agradou-me hoje ouvir o senhor Presidente da República dedicar uma atenção particular ao interior: o interior do país é um outro litoral, na rota para a Europa.
Estamos a desperdiçar potencialidades estratégicas de desenvolvimento, de fixação da juventude e de construção do futuro", sublinhou.
Dirigentes nacionais e locais do CDS-PP e da JP participaram no almoço, que decorreu numa quinta em Antanhol, nos arredores de Coimbra.
"A sustentabilidade da segurança social, mais que um problema financeiro e orçamental, é um problema demográfico. Exige uma nova atitude enérgica nas políticas de família e natalidade em Portugal e na Europa", disse Ribeiro e Castro num almoço com militantes do PP e da Juventude Popular (JP) nascidos após a revolução de 1974, em Coimbra.
Na sua perspectiva, a sustentabilidade da segurança social depende destas políticas, sob pena de estar em causa o modelo social europeu.
"As respostas que conseguirmos não são para amanhã, são respostas a 15 e 20 anos e esse é o tempo do futuro, da geração 26", frisou, numa alusão aos jovens que, como explicara antes, nasceram depois do 25 de Abril de 1974 e do 25 de Novembro de 1975.
Para Ribeiro e Castro, "se não fosse o 25 de Novembro de 1975, o 25 de Abril de 1974 seria talvez das datas mais negras da história de Portugal".
"Há quem continue a contar um conto de fadas e uma história da Carochinha à volta do 25 de Abril, que não corresponde à verdade. Continuam a procurar branquear a verdade da luta do povo português para conquistar a liberdade", afirmou.
Segundo o líder do PP, hoje comemora-se também o 25 de Abril de 1975, "o 25 de Abril da Assembleia Constituinte, que teve uma grande participação, nessa eleição, do povo português, mas, é preciso recordar, contra sectores militares, contra sectores do MFA, que apelavam à campanha do voto em branco".
"Celebramos também, contra aqueles que quiseram sequestrar a liberdade e sequestraram essa Assembleia Constituinte, o 25 de Abril de 1976, a data da primeira eleição da Assembleia da República", adiantou.
Declarando ter "muita esperança" na nova geração, Ribeiro e Castro considerou ser "mentira" a "ideia transmitida para a opinião pública" de que a juventude é de esquerda e, particularmente, do Bloco de Esquerda.
"Temos de ajudar a desconstruir essa mentira", defendeu, ao considerar também preocupante o afastamento dos jovens da política.
Para José Ribeiro e Castro, "o problema persistente do défice significa a falência de um modelo de Estado legado pela revolução marxista".
"Se esse Estado não for reformado, leva também consigo o país à falência e isso vai cair no tempo das gerações mais novas. É urgente essa reforma. A nossa luta tem esse profundo sentido do futuro", vincou.
A valorização dos recursos nacionais, nomeadamente os humanos, uma "nova atenção à floresta" e a aposta nos recursos do mar e do turismo foram outras das medidas preconizadas pelo presidente do CDS-PP.
"Agradou-me hoje ouvir o senhor Presidente da República dedicar uma atenção particular ao interior: o interior do país é um outro litoral, na rota para a Europa.
Estamos a desperdiçar potencialidades estratégicas de desenvolvimento, de fixação da juventude e de construção do futuro", sublinhou.
Dirigentes nacionais e locais do CDS-PP e da JP participaram no almoço, que decorreu numa quinta em Antanhol, nos arredores de Coimbra.
Notícia LUSA






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