Procriação Medicamente Assistida merece debate

O líder do CDS-PP, José Ribeiro e Castro, assinou hoje como cidadão o manifesto a favor de um referendo sobre a Procriação Medicamente Assistida (PMA), remetendo para mais tarde uma posição do partido sobre esta consulta popular.
"Expressei a minha simpatia por este movimento e pelo esclarecimento que pretende dar à sociedade portuguesa", afirmou Ribeiro e Castro, em declarações à Lusa, no final de uma reunião com representantes do movimento cívico.
O movimento reúne personalidades como o dirigente social-democrata Alberto João Jardim, o economista e ex-ministro do CDS António Bagão Félix, o cirurgião António Gentil Martins, o jurista e ex-deputado do PSD António Pinheiro Torres, o professor Daniel Pinto Serrão, a psiquiatra Margarida Neto e o economista Pedro Vassalo.
"As questões relativas à PMA carecem de um debate mais profundo e esta é uma iniciativa muito importante para o conseguir", frisou o líder dos democratas-cristãos.
No entanto, questionado se o CDS apoiará este referendo, Ribeiro e Castro referiu que "a posição do partido dependerá da evolução da situação".
O CDS defende que a legislação a aprovar no Parlamento sobre PMA se reja pelo "máximo denominador comum": "O apoio aos casais que se defrontam com problemas de infertilidade".
"Todas as outras questões que geram polémica do ponto de vista ético e social, como a criação de embriões excedentários, o seu uso na investigação ou a maternidade de substituição, devem ficar para mais tarde", defendeu o líder do CDS-PP.
Para Ribeiro e Castro, "não há urgência em legislar sobre estas matérias, a sociedade pode analisá-las e debatê-las com mais cuidado".
"Expressei a minha simpatia por este movimento e pelo esclarecimento que pretende dar à sociedade portuguesa", afirmou Ribeiro e Castro, em declarações à Lusa, no final de uma reunião com representantes do movimento cívico.
O movimento reúne personalidades como o dirigente social-democrata Alberto João Jardim, o economista e ex-ministro do CDS António Bagão Félix, o cirurgião António Gentil Martins, o jurista e ex-deputado do PSD António Pinheiro Torres, o professor Daniel Pinto Serrão, a psiquiatra Margarida Neto e o economista Pedro Vassalo.
"As questões relativas à PMA carecem de um debate mais profundo e esta é uma iniciativa muito importante para o conseguir", frisou o líder dos democratas-cristãos.
No entanto, questionado se o CDS apoiará este referendo, Ribeiro e Castro referiu que "a posição do partido dependerá da evolução da situação".
O CDS defende que a legislação a aprovar no Parlamento sobre PMA se reja pelo "máximo denominador comum": "O apoio aos casais que se defrontam com problemas de infertilidade".
"Todas as outras questões que geram polémica do ponto de vista ético e social, como a criação de embriões excedentários, o seu uso na investigação ou a maternidade de substituição, devem ficar para mais tarde", defendeu o líder do CDS-PP.
Para Ribeiro e Castro, "não há urgência em legislar sobre estas matérias, a sociedade pode analisá-las e debatê-las com mais cuidado".
continue a ler aqui






0 Comentários:
Enviar um comentário
<< Home