Pires de Lima desafia Sócrates a explicar futuro da administração pública

O deputado do CDS/PP António Pires de Lima desa fiou hoje o primeiro-ministro a explicar qual vai ser o futuro da administração e dos funcionários públicos depois das reformas implementadas com o Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE), divulgado quinta-feira.
Depois do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, ter adiantado que o Estado pretende criar condições de mobilidade para os funcionários públicos e do primeiro-ministro, José Sócrates, ter garantido que não vai haver despedimentos na administração pública, o deputado democrata-cristão continua a achar que há "um mistério que é preciso esclarecer".
Em declarações à agência Lusa no final da conferência sobre "O papel do Estado na economia", Pires de Lima explicou que esse "mistério" tem a ver com o futuro da administração pública e dos funcionários públicos.
"O desafio que eu aqui deixo é que o engenheiro José Sócrates fale e di ga a verdade aos portugueses naquilo que diz respeito ao futuro dos funcionários públicos em Portugal", disse.
"Toda esta vaga reformista que está a ser lançada vai ter necessariamen te consequências e tem que ter como consequência benéfica a longo prazo a reduçã o dos impostos para financiar a administração pública em Portugal", defendeu o e x-vice-presidente do CDS/PP.
Para Pires de Lima, José Sócrates foi "muito simplex" ao anunciar as me didas "importantes e que simplificam a vida dos cidadãos", mas ao mesmo tempo fo i "muito complicadex" no que diz respeito às consequências de todo o processo.
"O engenheiro José Sócrates continua a dizer que não vai criar um único excedentário na função pública, mas isto é completamente contraditório com o di scurso que ele tem no que diz respeito à desburocratização e à extinção de 180 e tal serviços públicos", concluiu.
Depois do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, ter adiantado que o Estado pretende criar condições de mobilidade para os funcionários públicos e do primeiro-ministro, José Sócrates, ter garantido que não vai haver despedimentos na administração pública, o deputado democrata-cristão continua a achar que há "um mistério que é preciso esclarecer".
Em declarações à agência Lusa no final da conferência sobre "O papel do Estado na economia", Pires de Lima explicou que esse "mistério" tem a ver com o futuro da administração pública e dos funcionários públicos.
"O desafio que eu aqui deixo é que o engenheiro José Sócrates fale e di ga a verdade aos portugueses naquilo que diz respeito ao futuro dos funcionários públicos em Portugal", disse.
"Toda esta vaga reformista que está a ser lançada vai ter necessariamen te consequências e tem que ter como consequência benéfica a longo prazo a reduçã o dos impostos para financiar a administração pública em Portugal", defendeu o e x-vice-presidente do CDS/PP.
Para Pires de Lima, José Sócrates foi "muito simplex" ao anunciar as me didas "importantes e que simplificam a vida dos cidadãos", mas ao mesmo tempo fo i "muito complicadex" no que diz respeito às consequências de todo o processo.
"O engenheiro José Sócrates continua a dizer que não vai criar um único excedentário na função pública, mas isto é completamente contraditório com o di scurso que ele tem no que diz respeito à desburocratização e à extinção de 180 e tal serviços públicos", concluiu.
Lusa






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