Em defesa da Língua Portuguesa
No artigo que publicou ontem no Diário de Notícias, Luís Queiró defende que "a língua portuguesa e a Europa são, ou deveriam ser, dois vectores fundamentais da política externa portuguesa, das preocupações do nosso Estado".
Para o eurodeputado do CDS-PP, "o facto de em Portugal - e no mundo onde se fala português - ser praticamente impossível ver o Euronews em língua portuguesa é surpreendente e lamentável", tendo em conta que "este canal é participado por diversas entidades, entre elas a RTP, titular de 1,4% do seu capital social, o que traduz, por parte dos poderes públicos, o reconhecimento da relevância que a Europa tem para Portugal. A este facto acresce que há 16 jornalistas portugueses a trabalhar na produção do Euronews em língua portuguesa que, não tendo qualquer vinculo laboral com a nossa empresa pública de televisão, representam um esforço financeiro para a RTP superior a dois milhões de euros por ano, segundo dados da própria".
Luís Queiró lembra no seu artigo que, "se a Europa é um desígnio e a língua uma ferramenta, convinha que os poderes públicos em Portugal agissem em conformidade. Não é possível obrigar os operadores de TV Cabo a adquirir a versão em língua portuguesa do Euronews, mas é lógico e razoável que o Estado, o único accionista da RTP, contrate com o operador público uma transmissão do canal europeu em termos consentâneos com o esforço financeiro suportado pelos contribuintes".
"Não faz sentido lamentarmos a distância que há entre os nossos cidadãos e a Europa e depois, podendo, nada fazer para a combater", afirma.
Para o eurodeputado do CDS-PP, "o facto de em Portugal - e no mundo onde se fala português - ser praticamente impossível ver o Euronews em língua portuguesa é surpreendente e lamentável", tendo em conta que "este canal é participado por diversas entidades, entre elas a RTP, titular de 1,4% do seu capital social, o que traduz, por parte dos poderes públicos, o reconhecimento da relevância que a Europa tem para Portugal. A este facto acresce que há 16 jornalistas portugueses a trabalhar na produção do Euronews em língua portuguesa que, não tendo qualquer vinculo laboral com a nossa empresa pública de televisão, representam um esforço financeiro para a RTP superior a dois milhões de euros por ano, segundo dados da própria".
Luís Queiró lembra no seu artigo que, "se a Europa é um desígnio e a língua uma ferramenta, convinha que os poderes públicos em Portugal agissem em conformidade. Não é possível obrigar os operadores de TV Cabo a adquirir a versão em língua portuguesa do Euronews, mas é lógico e razoável que o Estado, o único accionista da RTP, contrate com o operador público uma transmissão do canal europeu em termos consentâneos com o esforço financeiro suportado pelos contribuintes".
"Não faz sentido lamentarmos a distância que há entre os nossos cidadãos e a Europa e depois, podendo, nada fazer para a combater", afirma.






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