CDS-PP defende prioridade dos Cirver
O líder do CDS-PP, José Ribeiro e Castro, acusou hoje o primeiro-ministro de "querer ser o Tarzan da co-incineração", e apelou ao Governo para que dê prioridade aos centros integrados de tratamento de resíduos (Cirver).
O ministro do Ambiente, Nunes Correia, anunciou hoje que os primeiros testes de co-incineração de resíduos industriais perigosos vão começar dentro de três a seis meses nas cimenteiras de Souselas, Coimbra, e Outão, Setúbal.
O ministro salientou que serão co-incinerados apenas 10 a 20 por cento dos resíduos industriais perigosos, sendo os restantes tratados nos Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos (Cirver), com início de funcionamento previsto para 2007.
No entanto, para o líder dos democratas-cristãos, "esta estratégia de comunicação do Governo é totalmente errada e disparatada".
"A solução que tem de ser desenvolvida com prioridade são os Cirver. Primeiro trata-se dos mais de 90 por cento dos resíduos e depois é que se pensa nas sobras residuais", defendeu Ribeiro e Castro.
Para o presidente dos democratas-cristãos, a solução para esses cerca de 10 por cento de resíduos poderá passar pela exportação ou até pela co-incineração, "mas sempre com um tratamento prévio nos Cirver".
"Esta abordagem do Governo gera desconfianças e está a abrir uma polémica, uma crispação numa matéria da maior seriedade", criticou, lembrando que esta polémica se iniciou quando o primeiro-ministro, José Sócrates, ocupava a pasta de ministro do Ambiente.
O líder do CDS-PP desafiou o primeiro-ministro a que "não altere a ordem das coisas" e "aceite o consenso do caminho deixado pelo ex-ministro do Ambiente Nobre Guedes", que defendia a solução dos Cirver.
"Pôr em causa esse consenso é de uma irresponsabilidade política total", acusou.
Em comunicado da comissão executiva do partido, hoje divulgado, o CDS sublinha que "o Governo sabe, o primeiro- ministro sabe e toda a gente minimamente informada sabe que os Cirver vieram resolver aquilo que o PS e o primeiro- ministro foram incapazes de resolver".
"O primeiro-ministro gosta da polémica, tem o fascínio por conflitos e está convicto que a sua credibilidade passa por ser aparentemente resoluto e determinado. O anúncio da co-incineração é apenas um instrumento dessa pretensa afirmação política do Primeiro- ministro", conclui a direcção democrata-cristã.
O ministro do Ambiente, Nunes Correia, anunciou hoje que os primeiros testes de co-incineração de resíduos industriais perigosos vão começar dentro de três a seis meses nas cimenteiras de Souselas, Coimbra, e Outão, Setúbal.
O ministro salientou que serão co-incinerados apenas 10 a 20 por cento dos resíduos industriais perigosos, sendo os restantes tratados nos Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos (Cirver), com início de funcionamento previsto para 2007.
No entanto, para o líder dos democratas-cristãos, "esta estratégia de comunicação do Governo é totalmente errada e disparatada".
"A solução que tem de ser desenvolvida com prioridade são os Cirver. Primeiro trata-se dos mais de 90 por cento dos resíduos e depois é que se pensa nas sobras residuais", defendeu Ribeiro e Castro.
Para o presidente dos democratas-cristãos, a solução para esses cerca de 10 por cento de resíduos poderá passar pela exportação ou até pela co-incineração, "mas sempre com um tratamento prévio nos Cirver".
"Esta abordagem do Governo gera desconfianças e está a abrir uma polémica, uma crispação numa matéria da maior seriedade", criticou, lembrando que esta polémica se iniciou quando o primeiro-ministro, José Sócrates, ocupava a pasta de ministro do Ambiente.
O líder do CDS-PP desafiou o primeiro-ministro a que "não altere a ordem das coisas" e "aceite o consenso do caminho deixado pelo ex-ministro do Ambiente Nobre Guedes", que defendia a solução dos Cirver.
"Pôr em causa esse consenso é de uma irresponsabilidade política total", acusou.
Em comunicado da comissão executiva do partido, hoje divulgado, o CDS sublinha que "o Governo sabe, o primeiro- ministro sabe e toda a gente minimamente informada sabe que os Cirver vieram resolver aquilo que o PS e o primeiro- ministro foram incapazes de resolver".
"O primeiro-ministro gosta da polémica, tem o fascínio por conflitos e está convicto que a sua credibilidade passa por ser aparentemente resoluto e determinado. O anúncio da co-incineração é apenas um instrumento dessa pretensa afirmação política do Primeiro- ministro", conclui a direcção democrata-cristã.
Notícia Lusa






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