CDS cumprimenta Presidente Cavaco Silva
O líder do CDS-PP, José Ribeiro e Castro, reiterou hoje ao Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, a "profunda identificação" do seu partido relativamente aos "eixos" definidos pelo Chefe de Estado no seu discurso de posse.À saída de um "encontro protocolar" em Belém para apresentação de cumprimentos ao novo Chefe de Estado, Ribeiro e Castro prometeu ainda "lealdade" a Cavaco Silva, "no respeito pela sua independência".
Ribeiro e Castro referiu que durante o encontro, de cerca de uma hora, reafirmou a identificação do CDS-PP relativamente a "alguns eixos" definidos por Cavaco Silva quando tomou posse, a 9 de Março, nomeadamente os "cinco desafios principais" que lançou.
"Desenvolvimento da economia, qualificação de recursos humanos e educação, sustentabilidade da segurança social, credibilidade do sistema de justiça e credibilização do sistema político", enumerou.
Ao mesmo tempo, acrescentou, foi transmitida ao novo Chefe de Estado a concordância dos democrata-cristãos relativamente aos "conceitos de cooperação estratégica e de estabilidade dinâmica" que definiu.
Para a sua primeira audiência em Belém com o novo Presidente da República, José Ribeiro e Castro fez-se acompanhar pelo secretário-geral do partido, Martim Borges de Freitas, e pelos dirigentes Anacoreta Correia, vice-presidente democrata-cristão e conselheiro de Estado, e Manuel Pinto Machado, presidente do Senado do CDS-PP.
Antes, o Presidente da República recebeu em Belém uma delegação do PSD, composta pelo líder do partido, Marques Mendes, e pelos dirigentes Paula Teixeira da Cruz e Miguel Macedo.
À saída, o presidente do PSD escusou-se a prestar declarações, sublinhando que a sua deslocação a Belém se destinou exclusivamente a "apresentar cumpri mentos".
As delegações do PSD e do CDS-PP deslocaram-se a Belém a seu pedido.
Quanto a possíveis audiências com os restantes partidos, fonte de Belém indicou que "não estão ainda agendadas".
Antes das delegações de PSD e CDS-PP, Cavaco Silva recebeu cumprimentos do procurador-geral da República, José Souto de Moura, que não fez declarações à saída do encontro, de cerca de uma hora.






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