Governo a reboque da agenda esquerdista
O presidente do CDS/PP, Ribeiro e Castro, lamentou hoje o anúncio da utilização da pílula abortiva nos hospitais portugueses, considerando que o Governo anda a "reboque da agenda política e obsessiva do PCP e BE".
Em conferência de imprensa, o líder do CDS/PP reafirmou a posição do seu partido que "defende o direito à vida e opõe-se a qualquer via para operar uma tal liberalização, por via directa ou indirecta, antes do referendo e sem o referendo".
"O CDS/PP reprova a prioridade que o Ministério da Saúde concede aparentemente ao tema do aborto, a reboque da agenda política obsessiva do PCP e BE, que pretende forçar por diferentes meios a alteração e liberalização do regime da prática do aborto em Portugal, sem qualquer referendo", sublinhou.
Ribeiro e Castro criticou ainda o Governo por não dar a indispensável atenção aos Centros de Apoio à Vida, acusando-o de ter uma atitude de "submissão e temor diante de uma agenda esquerdista radical".
E acrescentou que "o tema do aborto é de primeira importância em matéria de direitos humanos e garantias fundamentais", adiantando aguardar a realização de novo referendo em redor da questão da sua liberalização ou não.
Em conferência de imprensa, o líder do CDS/PP reafirmou a posição do seu partido que "defende o direito à vida e opõe-se a qualquer via para operar uma tal liberalização, por via directa ou indirecta, antes do referendo e sem o referendo".
"O CDS/PP reprova a prioridade que o Ministério da Saúde concede aparentemente ao tema do aborto, a reboque da agenda política obsessiva do PCP e BE, que pretende forçar por diferentes meios a alteração e liberalização do regime da prática do aborto em Portugal, sem qualquer referendo", sublinhou.
Ribeiro e Castro criticou ainda o Governo por não dar a indispensável atenção aos Centros de Apoio à Vida, acusando-o de ter uma atitude de "submissão e temor diante de uma agenda esquerdista radical".
E acrescentou que "o tema do aborto é de primeira importância em matéria de direitos humanos e garantias fundamentais", adiantando aguardar a realização de novo referendo em redor da questão da sua liberalização ou não.
Continue a ler aqui






0 Comentários:
Enviar um comentário
<< Home