CDS acusa PS de "tiques de autoritarismo"
O CDS-PP acusou hoje o Governo PS de utilizar a sua maioria absoluta para "alterar as regras essenciais do exercício da oposição no Parlamento", revelando "tiques de autoritarismo de quem não estava preparado para exercer o poder".
"Um ano depois de tomar posse, o PS tem tiques de autoritarismo próprios de quem não estava preparado para o poder e de quem não sabe conviver com o pluralismo democrático", criticou o deputado do CDS Mota Soares, numa declaração política no período antes da ordem do dia na Assembleia da República.
O deputado democrata-cristão acusou o PS de "recusar sistematicamente a audição de todos os responsáveis políticos e dirigentes da administração política que a oposição quer chamar ao Parlamento".
Como exemplo mais recente, Mota Soares citou a rejeição do PS da audição (pedida pelo CDS) do ex-presidente do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC) Bargão dos Santos, que se demitiu do cargo apenas nove dias após tomar posse.
"Quem é que afinal o PS quis ouvir? O ministro [da Administração Interna] e só o ministro dará a sua versão dos factos, que passará a ser a verdade oficial", criticou.
As críticas do deputado democrata-cristão foram mais longe e estenderam-se a outros casos, como a recusa do PS em ouvir José Tavares, ex-coordenador do Plano Tecnológico (sendo ouvidos os ministros da Economia, Manuel Pinho, e da Ciência, Mariano Gago) ou a rejeição da audição do Conselho de Redacção da Agência Lusa (tendo sido ouvida a Directora de Informação, Deolinda Almeida).
"Esta doutrina do 'tapa a trapalhada' foi tão longe que já atingiu as c omissões parlamentares de inquérito", acrescentou Mota Soares, referindo-se à co missão sobre a gestão do processo Eurominas, acusando o PS de ter recusado audições de testemunhas "essenciais para o esclarecimento cabal dos factos".
A intervenção de Mota Soares não mereceu resposta por parte de qualquer bancada.
"Um ano depois de tomar posse, o PS tem tiques de autoritarismo próprios de quem não estava preparado para o poder e de quem não sabe conviver com o pluralismo democrático", criticou o deputado do CDS Mota Soares, numa declaração política no período antes da ordem do dia na Assembleia da República.
O deputado democrata-cristão acusou o PS de "recusar sistematicamente a audição de todos os responsáveis políticos e dirigentes da administração política que a oposição quer chamar ao Parlamento".
Como exemplo mais recente, Mota Soares citou a rejeição do PS da audição (pedida pelo CDS) do ex-presidente do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC) Bargão dos Santos, que se demitiu do cargo apenas nove dias após tomar posse."Quem é que afinal o PS quis ouvir? O ministro [da Administração Interna] e só o ministro dará a sua versão dos factos, que passará a ser a verdade oficial", criticou.
As críticas do deputado democrata-cristão foram mais longe e estenderam-se a outros casos, como a recusa do PS em ouvir José Tavares, ex-coordenador do Plano Tecnológico (sendo ouvidos os ministros da Economia, Manuel Pinho, e da Ciência, Mariano Gago) ou a rejeição da audição do Conselho de Redacção da Agência Lusa (tendo sido ouvida a Directora de Informação, Deolinda Almeida).
"Esta doutrina do 'tapa a trapalhada' foi tão longe que já atingiu as c omissões parlamentares de inquérito", acrescentou Mota Soares, referindo-se à co missão sobre a gestão do processo Eurominas, acusando o PS de ter recusado audições de testemunhas "essenciais para o esclarecimento cabal dos factos".
A intervenção de Mota Soares não mereceu resposta por parte de qualquer bancada.
Notícia Lusa






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