Telmo Correia candidato
O ex-ministro do Turismo Telmo Correia aceitou ser o «rosto comum» das duas principais moções ao Congresso do CDS-PP, de que vai ser subscritor, afirmou hoje à Lusa o líder parlamentar dos democratas-cristãos, Nuno Melo.
Ao subscrever as duas moções, que em conjunto reúnem a maioria dos apoios dentro do partido, Telmo Correia dá um sinal claro de que irá disputar a liderança do CDS-PP.
Numa reunião quarta-feira à noite, Nuno Melo e o presidente da distrital de Lisboa, António Carlos Monteiro, - primeiros subscritores das moções «Portugal, Já!» e «Afirmar Portugal», respectivamente - reuniram-se com Telmo Correia com o objectivo de «coordenar as duas moções e de encontrar uma solução para a liderança do partido».
«Concluímos que o que une as duas moções é muito maior do que as nossas razões de divergência e passámos a ter um rosto comum para esses documentos», afirmou Nuno Melo, referindo-se a Telmo Correia.
«Cabe agora aos congressistas decidir da questão da liderança», acrescentou, escusando-se também a pronunciar-se sobre o timing da formalização da candidatura de Telmo Correia à presidência do partido.
A moção «Afirmar Portugal» foi impulsionada pela distrital de Lisboa, mas reuniu apoios entre quadros de todo o país, enquanto a moção «Portugal, Já!» conta com o apoio de 15 das 18 distritais do partido.
No Congresso do CDS-PP, que decorre este fim-de-semana em Lisboa, estas duas moções serão discutidas separadamente sábado à tarde, mas poderá haver depois uma votação conjunta.
O prazo para a entrega de candidaturas aos órgãos nacionais termina tradicionalmente na madrugada do primeiro dia de Congresso.
Até agora, a única candidatura formalizada à liderança do CDS é a de Miguel Matos Chaves, militante de base e sem apoios conhecidos no partido.
Ao subscrever as duas moções, que em conjunto reúnem a maioria dos apoios dentro do partido, Telmo Correia dá um sinal claro de que irá disputar a liderança do CDS-PP.
Numa reunião quarta-feira à noite, Nuno Melo e o presidente da distrital de Lisboa, António Carlos Monteiro, - primeiros subscritores das moções «Portugal, Já!» e «Afirmar Portugal», respectivamente - reuniram-se com Telmo Correia com o objectivo de «coordenar as duas moções e de encontrar uma solução para a liderança do partido».
«Concluímos que o que une as duas moções é muito maior do que as nossas razões de divergência e passámos a ter um rosto comum para esses documentos», afirmou Nuno Melo, referindo-se a Telmo Correia.
«Cabe agora aos congressistas decidir da questão da liderança», acrescentou, escusando-se também a pronunciar-se sobre o timing da formalização da candidatura de Telmo Correia à presidência do partido.
A moção «Afirmar Portugal» foi impulsionada pela distrital de Lisboa, mas reuniu apoios entre quadros de todo o país, enquanto a moção «Portugal, Já!» conta com o apoio de 15 das 18 distritais do partido.
No Congresso do CDS-PP, que decorre este fim-de-semana em Lisboa, estas duas moções serão discutidas separadamente sábado à tarde, mas poderá haver depois uma votação conjunta.
O prazo para a entrega de candidaturas aos órgãos nacionais termina tradicionalmente na madrugada do primeiro dia de Congresso.
Até agora, a única candidatura formalizada à liderança do CDS é a de Miguel Matos Chaves, militante de base e sem apoios conhecidos no partido.
Fonte: PD






1 Comentários:
Espero sinceramente que Telmo Correia, participe de algum modo na (tao propalada) refundaçao da direita. Essa refundaçao. quanto a mim, tem de passar obrigatoriamente pela aproximaçao dos quatro partidos de centro-direita que nao o PSD (o CDS, o PPM, o MPT e o PND), bem como por um espaço próprio para aqueles independentes que, por uma razao ou outra, nao querendo ficar vinculados à vida político-partidária (e meu Deus, como eu os entendo!), desejam participar de algum modo na vida política do país. É óbvio que os quadros do PSD que nao se revejam na cinzentude de Marques Mendes seriam mais que bem vindos! Seria um erro deixar passar em vao uma geraçao que tem nomes como os de Paulo Teixeira Pinto, Luis Delgado, Nuno Rogeiro, António Mexia, António Borges, Diogo Vaz Guedes, Luis Coimbra, etc., que podendo nao se enquadrar propriamente na mesma direita (mas a este propósito o melhor é (re)ler o excelente livro de Jaime Nogueira Pinto, A Direita e as Direitas), nao se revêem de certeza no rumo que este país está a tomar, e mais concretamente o que está a suceder à direita em Portugal!
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