quinta-feira, fevereiro 03, 2005

CDS-PP não compreende posição retrógrada do PS sobre o voto electrónico para as comunidades de emigrantes

"Para quem apresenta como principal receita para o país a necessidade de "um choque tecnológico", então, estamos conversados!" - disse Martim Borges de Freitas, cabeça-de-lista do CDS-PP pelo círculo eleitoral da Europa
Foi com incredulidade que o CDS-PP pelo círculo eleitoral da Europa tomou conhecimento da posição do Partido Socialista contra a introdução do voto electrónico, tratando-se, esta, de uma experiência ainda por cima não vinculativa.
Para o CDS-PP pelo círculo eleitoral da Europa, a introdução ontem apresentada do voto electrónico para os cerca de 150 mil eleitores portugueses residentes no estrangeiro, inscritos pelos círculos eleitorais da Europa e Fora da Europa, deve ser entendida como mais um passo no sentido de aumentar a participação dos emigrantes nos actos eleitorais e de ajudar no combate à abstenção.
Recorde-se que o CDS-PP já havia considerado ontem mesmo que testar um novo modelo de exercício do direito cívico de votação, que ao mesmo tempo faça uso das novas ferramentas de comunicação e torne o processo mais fácil, mais rápido e mais participado por parte dos eleitores, estejam eles em território nacional ou na diáspora, é sempre uma experiência positiva.
Para o cabeça-de-lista do CDS-PP pelo círculo eleitoral da Europa, Martim Borges de Freitas, "todas as soluções que visem aumentar a participação nem que seja de apenas mais um cidadão eleitor, são, mais do que bem-vindas, desejadas. Para quem defende um "choque tecnológico" como receita para os problemas do país, como defendeu o PS, então, estamos conversados!" - disse.